Explicando os Dizimos e Ofertas

20 comentários sobre “Explicando os Dizimos e Ofertas”

  1. dizimo foi um voto que Jacó fez com Deus e faz parte do antigo testamento, hoje somos da graça que é Jesus.Dizimo é port amor e não por obrigação MT 23-23 Jesus disse se vocês quiserem dizimar então deveriam fazer as duas coisas, é só interpretação.interpretação estamos em o novo testamento a graça que é Jesus, a essência do evangelho esta em Cristo..

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  2. A paz do Senhor seja com todos os Santos em Cristo Jesus….
    Lembrar aos amados e as amadas que os dizimos e ofertas para alem, serem importante na nossa Vida Espiritual, amarar o devorador nas nossas Vidas financeiras etc, também serve de plataforma para o Avanço do Envagelho. Deus não precisa do nosso dinheiro para Nada, mas os homens usados por Deus precisam do dinheiro para abrir mais igrejas, folhetos, Tv, Radio, etc… para Marcos 16:15. Jesus Cristo quando estevem na terra usou dinheiro, usou o barco do Pedro para falar a palavra e mostrar quão Grande Ele É. Verdadeiramente temos que dar o nosso tudo para os homens de Deus irem por todo mundo e pregarem a palavra de Vida Jesus Cristo de Nazareno João 14:6. É urgente que cada um de nós seja participante, tomando cada um sua Cruz e completamente servir a Deus com o nosso Melhor investindo na obra de Deus com dizimos e ofertas alçadas do nosso dinheiro, tempo, Vida, saude, familia, emprego, amor, tudo…
    Deus abençoe a cada um de Vocês

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  3. Gilson, você está equivocado, amigo.
    Jesus recusou a proposta de Satanás, mas seu ministério recebia ofertas, lembra da viúva pobre que deu as duas moedinhas? Os ricos davam muito e ela pouco. A diferença era a intenção deles.
    Você demonstra grande falta de conhecimento quando diz que todos pastores são cheios da grana. Talvez por você não congregar, pelo menos não em uma igreja séria.

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  4. Satanás disse a jesus tudo isso te dareis se prostrado me adora satanás mostrou reinos e riquezas… Jesus recusou, mas os pastores não porque todos são cheios da grana…..

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  5. O debate se dá pela cegueira devido ao fim dos tempos, onde quem devolve o dízimo o faz de má vontade, e quem recebe os dízimos os usa para as práticas da impiedade – evidentemente que há poucos honestos e fièis, mas é pela imensa maioria que se considera esta como a última geração, a má e maligna.
    e assim todos se fazem de cegos, e todos são cegados, e uns cegam aos outros.

    – Jesus confirmou claramente o dízimo, ao afirmar:

    Mateus 23:23
    Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.

    Lucas 11:42
    Mas ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda a hortaliça, e desprezais o juízo e o amor de Deus. Importava fazer estas coisas, e não deixar as outras.

    percebam que a confirmação está em dois dos livros do Senhor, “Mateus” e “Lucas”, para que se façam as duas testemunhas da lei.
    está claro(?) que Jesus critica os escribas e os fariseus por dizimarem até sobre as mínimas coisas, e não se ocuparem com a misericórdia (alguma semelhança com os dias atuais?) mas que deveriam fazer AMBAS as coisas, porque diz:
    “…importa fazer estas (dizimar) e não deixar as outras (exercer a misericórdia).

    não ouçam a Satanás, quando lança a palavra “dizimar” como sendo “destruir” e/ou “consumir”.
    leia o evangelho.

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  6. quantos capitulos do velho testamento e do novo,voces querem que eu mostre pessoas comprando com moedas,pagando salario em denario que era o dinheiro no nt,alias judas traiu o Senhor, por tomates ou dinheiro (moedas) .sendo assim com dinheiro no novo e no elho,não vemos ninguem dizimando em dinheiro,e quem disse que dizimo não era da lei????????? quando vão pregar a verdade?porque não falam que malaquias do cap 2 em diante foi escrito para os sacerdotes levitas? ah, devorador nao era demonio, era gafanhoto.

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  7. Parabéns esclareceu muito minha concepção pois eu acreditava q o devorador ñ saia nem em nome de Jesus ….mas graças ao Pai eu devolvo meu dizimo por amor..obrigada irmão

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  8. É muito interessante observar que no NOVO TESTAMENTO, não existe mandamento ENFATIZANDO A DEVOLUÇÃO DOS DÍZIMOS E OFERTAS. Vou falar como 99% dos Cristãos falam em relação à LEI do Senhor: “encontram-se em passagens isoladas.
    MAS QUAL A RAZÃO PELA QUAL 99% das “religiões” não o ABOLIRAM. Ora. É PORQUE ENVOLVE GRANA. Muita grana. Não é a toa que somente na cidade de São Paulo, a cada DOIS dias uma “igreja” é registrada.
    Que Deus tenha misericórdia.

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  9. Bom dia gostei muito da sua explicação sobre o dízimo e as ofertas irei pregar sobre o assunto é a sua ajuda para mim foi muito importante . muito obrigado por tudo que Deus abençoe sua vida cada vez mais sou da igreja pentecostal A Destra de Deus. Fica no jardim rosana campo limpo.

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  10. Paz,do Senhor !eu tb sou uma dizimista,dou 10% do meu salário,e nao me arrependo.,mas eu sempre cobro de Deus e a saúde de minha filha,ela tem endometriose,ja fez vários tratamentos,nada da certo para elae,fez um hormonio forte,desmaia ,fica toda estressada,tem intolerancia,mas eu as vezes até quero parar,pois eu vejo ela sempre assim,ela fica dizendo que ao inves de eu ajudar ela,eu dou dízimo.,pois ela gasta muito,com remedios ,mas eu nao paro mesmo e Deus sempre me abençoa.amém.

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  11. Quero deixar um estudo aqui pra vocês. Mas antes, quero deixar umas perguntas àqueles que são dizimistas e fazem apologias ao dízimo: -Se damos(devolvemos, embora a bíblia não diz em devolução) o dízimo não sou eu que tem problemas com Deus? Não é pra Deus que dizem que tenho que prestar conta? Por que então na igreja me exclui e me retalham por não dizimar? Se é que o devorador vai ter comigo, por que é que me cobram isso? No antigo testamento (1º acordo) era sim obrigação, éramos justificado pela lei. Como diz em Mt.5:17-18 – preste bem atenção que Jesus não veio para abolir(revogar, anular), veio pra cumprir. Ou alguém duvida que ele não cumpriu? Veja: DÍZIMO E OFERTA – LEI x GRAÇA – O evangelho é eterno, em contraste com a antiga aliança, que era provisória, e deve ser ouvido universalmente. É uma boa nova para aqueles que respondem a ele, mas julgamento àqueles que o recusam. DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”. Lv. 27:2; 30-32; Ml. 3:8-10; Mt 23:23; Hb 7:5-12; Gn 14:18-20, 28-20-22; Nm 18:08-28; Dt 14:29; Lc 18:9-14; Ne 10:37… NUM 18: 8-28 Dízimo> Os dízimos eram para os LEVITAS (os que prestam serviços na tenda da congregação) Oferta > Ao Sumo Sarcedote (lei perpétua). A LEI DE DEUS OU LEI DE MOISÉS – DUAS LEIS OU UMA LEI? “…a palavra do nosso Deus permanece eternamente” (Isaías, 40: 8). “Porque eu, o Senhor não mudo” (Malaquias, 3: 6). “…a minha palavra não tornar atrás” (Isaías, 45: 23). “Quanto às tuas prescrições, há muito sei que as estabeleceste para sempre”, disse o salmista (Salmos, 119: 152). São essas as palavras usadas para confirmar que a lei é imutável. São textos que dão muita força aos que pregam a imutabilidade dos mandamentos divinos. Não obstante as declarações de imutabilidade, vindas de personagens bíblicos e as que dizem ser do próprio Deus pelos profeta (Malaquias, 3: 6; Isaías, 40: 8; 45: 23), o Novo Testamento fala de mudanças. Leia: “Pois quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei” (Hebreus, 7: 12). O capítulo inteiro fala da mudança do “sacerdócio levítico” para o de Cristo. A lei na antiga aliança continha princípio que figuravam a nova aliança, prescrições “impostas até ao tempo oportuno de reforma”, disse Paulo (Hebreus, 9: 10). Embora queiram algumas religiões negar mudanças, é a própria Bíblia (novo testamento) que fala de “reforma”. Diversos versículos refere ao NOVO ACORDO E VELHO ACORDO – NOVO E VELHO TESTAMENTO). A LEI DE MOISÉS ERA SOMBRA – A LEI DE DEUS É ETERNA Existe uma grande confusão em relação às leis. Uns as reprovam, no entanto não sobrevivem sem elas. Uns acusam que Jesus aboliu as leis, mas se tratando das leis divinas e leis de Moisés, não diferenciam que leis devem ser obedecidas depois de Cristo. O governo impõe leis que todos devem obedecer, independente de crença (evangélico ou não), e são tantas leis e estatutos que grande parte da nação não as conhecem realmente, como por exemplo, a lei do fisco, através da qual são cobrados os impostos, e mesmo assim todos devem ser fiéis a elas para manter sua liberdade. E também as leis do trânsito, as quais mudam constantemente a cada governo, e mesmo assim a nação tem que se adaptar. Assim era a lei de Moisés, que mudava a cada mudança no sacerdócio; toda vez que mudava o sacerdote, necessariamente eram feitas mudanças na lei (Heb. 7:12). Veremos a seguir as diferenças entre a lei de Moisés e a Lei de Deus, os dez mandamentos. 1. A lei de Moisés: Era sombra dos bens futuros e não a imagem exata das coisas (Heb. 10:1). A Lei de Deus: É mais fácil passar os céu e a terra do que cair um til da lei (Luc. 16:17). 2. A lei de Moisés: (Num. 15) Era posta ao lado da arca do conserto: tomai este livro da lei e ponde-o ao lado da arca do Senhor (Deut. 31:26). A Lei de Deus: Dentro da arca havia somente as duas tábuas (II Cron. 5:10). 3. A lei de Moisés: Foi escrita em um livro por Moisés: E acabando Moisés de escrever as palavras desta lei num livro (Deut. 31:24 / 4:44). A Lei de Deus: Foi escrita por Deus em tábuas de pedra: E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus (Ex. 31:18 / 24:12). 4. A lei de Moisés: E é verdade que pela lei ninguém será justificado diante de Deus (Gal. 3:10-11,16). A Lei de Deus: Porque os que ouvem a lei são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados (Rom. 2:12-13). Os fariseus valorizavam mais as tradições dos homens, e gostavam de ser visto como os melhores crentes, cheios de fé, mas não guardavam os mandamentos de Deus: (Marcos 7:7-8) Em vão porém me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens, porque deixando o mandamento de Deus, retende a tradição dos homens. Em Atos 15:5 alguns da seita dos fariseus, que tinham crido, se levantaram dizendo que era mister circuncidá-los e mandou que guardassem a lei de Moisés. Porém, Paulo disse que dava graças a Deus por Jesus Cristo, que ele mesmo com entendimento servia a lei de Deus. Então o servo de Deus deve guardar os mandamentos de Deus e não a lei de Moisés. 5. A lei de Moisés: Na sua carne (Cristo) desfez a inimizade, isto é a lei dos mandamentos, que consistia em ordenação (Ef. 2:13-15). A Lei de Deus: O mesmo Paulo diz: Anulamos a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei (Rom. 3:31). O QUE PAULO DIZ AOS JUDEUS INCRÉDULOS? TU QUE TE GLORIAS NA LEI (DE MOISÉS), DESONRAS A DEUS PELA TRANSGRESSÃO DA LEI (DE DEUS) (ROM. 2:23). PAULO FALAVA AOS JUDEUS QUE TOMAVAM A LEI DE MOISÉS COMO ADVOGADO, USANDO O PODER DELA PARA PERSEGUIR, PRENDER, APEDREJAR E MATAR, E AINDA SE ORGULHAVAM DISSO, QUANDO NA VERDADE ESTAVAM TRANSGREDINDO A LEI DE DEUS. PORQUE A LEI DE DEUS DIZ: NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO (EX. 20:16) E ISSO OS JUDEUS FAZIAM CONTRA CRISTO E CONTRA OS APÓSTOLOS. A LEI DIZ: NÃO MATARÁS (EX. 20:13) E OS JUDEUS, DEPOIS QUE FAZIAM FALSAS ACUSAÇÕES, MATAVAM. Paulo ainda fala: a circuncisão é nada e a incircuncisão nada é, mas sim, a observância dos mandamentos de Deus (I Cor. 7:19). Quando Paulo fala da circuncisão está falando da lei de Moisés, e quando fala dos mandamentos de Deus se refere à registrada em Ex. 20:1-17. 6. A lei de Moisés: E farei cessar todo o seu gozo, as suas ofertas e suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades (Oz. 2:11 / Lev. 23:26-32). A Lei de Deus: Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei, porque eu não conheceria a concupiscência se a lei não dissesse: Não cobiçarás (10º mandamento) (Rom. 7:7 / Deut. 5:7-21 / Isaias 58:13-14 / Ezequiel 22:26). Os seus pastores transgridem a minha lei, não fazem diferença entre o santo e o profano, de meus “sábados (Dia do Senhor-descanso)’” escondem os seus olhos e assim sou profanado no meio deles. 7. A lei de Moisés:… E disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha ordenado a Israel (Neemias 8:1). E Moisés escreveu esta lei, e a deu aos sacerdotes, filhos de Levi, que levaram a arca da aliança do Senhor, e a todos os anciãos de Israel (Deut. 31:9). Este texto fala da lei de Moisés e quando cita a arca do conserto, se refere exatamente à lei dos Dez Mandamentos de Deus. A Lei de Deus: Então disse o Senhor a Moisés: Sobe a mim, ao monte e fica lá, e dar-te-ei tábuas de pedra e a lei, e os mandamentos que tenho escrito para os ensinar (Ex. 24:12). A lei e ao testemunho. Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva (Isaias 8:20). 8. A lei de Moisés: Quem ferir alguém que morra, ele também certamente morrerá (Ex. 21:12, 22-27). Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou e desta sorte é introduzido uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus (Heb. 7:19). A Lei de Deus: Disse Jesus: Não cuideis que vim destruir a lei e os profetas, não vim ab-rogar, mas cumprir (Mat. 5:17). E acrescenta: Porque em verdade vos digo que até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido (v. 18). E abriu-se no céu o templo de Deus e a arca do seu conserto foi vista no seu templo e houve relâmpagos e grande saraiva (Apoc. 11:19 / II Cron. 5:10). 9. A lei de Moisés: Pelo que também lhes dei estatutos que não eram bons e juízos pelos quais não haviam de viver (Ez. 20:25). A Lei de Deus: E assim, a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom (Rom. 7:12). Porque qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto, torna-se culpado de todos (Tiago 2:8-10). Em Salmo 111:9 o salmista diz que Deus enviou redenção ao Seu povo, ordenou a Sua aliança para sempre. Por isto, Paulo disse que a lei é espiritual (Rom. 7:14). Disse ainda que tinha prazer na lei de Deus (Rom. 7:22). Paulo jamais falaria isso com a lei de Ezequiel 20:25 e de Ozeias 2:11. Paulo se referia a Lei de Deus, de Êxodo 20:3-17, sobre esta Paulo diz: Portanto a lei é santa, o mandamento santo, justo e bom (Rom. 7:12). Paulo viveu como se estivesse sem lei, mas para ganhar os que viviam sem lei, se fez de fraco, mas Paulo não viveu sem a lei (Icor. 9:20-22). A lei de Moisés mandava apedrejar (João 8:5), como vimos no caso da mulher adúltera. Mas alcançamos em Cristo a graça que é o perdão. Mas a orientação de Cristo a mulher: Ide e não pequeis mais (João 8:11) mostra que a lei de Deus deveria continuar sendo obedecida, mas a lei de Moisés não mais, pois Ele trouxe a graça, o perdão mediante o arrependimento. Uma vez perdoados não devemos voltar a pecar. O certo é que todos que foram agraciados com o privilégio de conhecer a Deus e os Seus mandamentos, devem passar a obedecer a Deus como servo, guardando e respeitando os Seus mandamentos. E João diz: Aquele que diz Eu O conheço, e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso e nele não está a verdade (I João 2:4). Devemos orar como o salmista: Senhor, desvenda os meus olhos para que veja as maravilhas da Tua lei (Salmo 119:18). E para isto devemos pedir como os apóstolos: Acrescenta a nossa fé (Luc. 17:5), até porque, somente através da oração é que conheceremos a verdade e a verdade há de nos libertar (João 8:32). A IMPORTANCIA DA LEI DE MOISÉS A palavra Torah, traduzida por Lei, significa propriamente uma direção, que era primitivamente ritual. Usa-se o termo nas Escrituras em diversas acepções, segundo o fim e conexão da passagem em que ele ocorre. Por exemplo, algumas vezes designa a vontade revelada de Deus. Também significa a instituição mosaica como distinta do Evangelho, e por isso freqüentemente se considera a lei de Moisés como sendo a religião dos judeus (Mt 5.17; Hb 9.19; 10.28). Outras vezes, num sentido mais restrito, significa as observâncias rituais ou cerimoniais da religião judaica (Ef 2.15; Hb 10.1). É neste ponto de vista que o apóstolo Paulo afirma que “ninguém será justificado diante dele por obras da lei” (Rm 3.20). A “lei gravada nos seus corações”, que Paulo menciona em Rm 2.15, é o juízo do que é mau e do que é justo, e que na consciência de cada homem Deus implantou. PRINCÍPIO PREDOMINANTE DA LEI O princípio predominante da Lei era a teocracia. O próprio Senhor era considerado como Rei; as leis foram por Ele dadas; O Tabernáculo e depois o templo eram considerados como Sua habitação; ali houve visíveis manifestações da Sua glória; ali Ele revelou a Sua vontade; ali era oferecido o pão todos os sábados; ali o Senhor recebeu os seus ministros, e exerceu funções de Soberano. Com Deus tinha relação à paz e a guerra, questões estas determinadas sob todos os governos pela suprema autoridade (Dt 1.41,42; Js 10.40; Jz 1.1,2; 1Rs 12.24). A idolatria era uma traição. Por conseqüência em relação aos judeus era Jeová ao mesmo tempo Deus e Rei. A teocracia tinha as suas externas manifestações. Deste modo, o Tabernáculo onde se realizou o culto público desde o Êxodo até ao reinado de Salomão, era não só o templo de Deus, mas também o palácio do Rei invisível. Era a “Sua santa habitação”; era o lugar em que encontrava o Seu povo e com ele tinha comunhão, sendo portanto “o tabernáculo da congregação”. Depois do tabernáculo veio o templo, harmonizando-se a suntuosidade do edifício e os seus serviços com as determinações divinas, e com o aumentado poder da nação. Mas, o Senhor como Rei, não só tinha o Seu palácio, mas também tinha os Seus ministros e funcionários do Estado. Sacerdotes e Levitas eram apartados para o Seu serviço. Este governo de Deus era reconhecido por meio dos sacrifícios de várias espécies, realizados sob condições cuidadosamente definidas, exprimindo a propiciação, consagração e comunhão. Os direitos divinos eram ainda reconhecidos por meio de certas festividades, que na sua variedade eram o sábado de todas as semanas, as três grandes festas anuais, o ano sabático, e além disso o jubileu, tudo isto levado a efeito com os seus fins espirituais e morais. As especificadas determinações promulgadas em nome de Deus alcançavam plenamente a vida individual e nacional, mas não foi tudo decretado duma só vez e num só lugar. Houve ordenações feitas no Egito (Ex 12 e 13); no Sinai (Ex 19 e 20); em Parã (Nm 15.1); e nas planícies de Moabe (Dt 1.5). As enunciações vinham por vezes do tabernáculo (Lv 1.1). Que as prescrições da Lei tinham caído em desuso, pode provar-se não só pela decadência da religião e da moral no tempo dos reis, porém mais particularmente pela descoberta no 18º ano do rei Josias, do Livro da Lei na casa do Senhor (2Rs 22.8), e pelas reformas que se seguiram. O sumário das ordenanças desta Lei formava para toda a nação um código que, embora rigoroso, era salutar (Ne 9.13; Ez 20.11; Rm 7.12), e, além disso, agradável a uma mentalidade reta (Sl 119.97 a 100). INSTITUIÇÕES CERIMÔNIAIS As instituições cerimoniais, por exemplo, estavam maravilhosamente adaptadas às necessidades, tanto espirituais como materiais do povo israelita. 1) Eram, até certo ponto, regularmente sanitários. E era isto um dos fins daquelas disposições, referentes às várias purificações. À separação dos leprosos e à distinção de alimentos, etc.. 2) Serviam para perpetuar entre os israelitas o conhecimento do verdadeiro Deus, para manter a reverência pelas coisas santas, para a manifestação de sentimentos religiosos na vida, todos os dias, e em todas as relações sociais. Dum modo particular eram festas sagradas, fatores de valor para a consecução destes fins. 3) Tinham além isso o efeito de evitar que os israelitas se tornassem estreitamente relacionados com as nações circunvizinhas (Ef 2.14,17). E assim deviam tantas vezes ter guardado o povo israelita da idolatria e corrupção que campeavam em todo o mundo. Deste modo conservou-se a nação inteiramente distinta dos outros povos, até que veio o tempo em que esta barreira já não era necessária. 4) Estas observâncias tinham outros usos na sua simbólica significação. Em conformidade com o estado moral e intelectual do povo que não tinha ainda capacidade para prontamente alcançar as verdades divinas, eram as coisas espirituais representadas por objetos exteriores e visíveis. E assim as idéias de pureza moral e de santidade divina eram comunicadas e alimentadas pelas repetidas lavagens das pessoas e moradas; pela escolha de animais limpos para o sacrifício; pela perfeição sem mácula que se requeria das ofertas; e pela limitação das funções sacerdotais a uma classe de homens que eram especialmente consagrados a estes deveres, e que se preparavam com repetidas purificações. Além disso, pela morte da vítima expiatória, para a qual o pecador tinha simbolicamente transferido os seus pecados pondo as mãos sobre a cabeça do animal e oferecendo a Deus o sangue que representava a vida, ensinava-se a importante verdade de que o pecado merecia um castigo extremo, que somente podia ser desviado sacrificando-se outro ser em substituição. E desta maneira por meio de símbolos lembravam-se constantemente aos piedosos israelitas da justiça e santidade, da violada Lei, da sua própria culpa, e de quando necessitavam da misericórdia divina. Na sinceridade dum espírito reto, a alma crente era enriquecida com a humilde esperança da compaixão divina, e manifestava-se em atos de gratidão, de obediência, e de amor. 5) Estas várias instituições prefiguravam também coisas futuras, melhores e mais grandiosas (Gl 3.24). Pelo que se diz na epístola aos Hebreus, sabemos que o sacerdócio, os sacrifícios, e todos o ritual judaico formavam uma profecia típica da pessoa e obra do Grande Libertador, e daquela redenção eterna que Ele devia executar quando chegasse a plenitude dos tempos. A Lei não foi destruída pelo Evangelho. E isso fica evidente pelas próprias declarações de Jesus Cristo, “Ele não veio pra revogar a lei mas pra cumpri-la” (Mt 5.17,18) e CUMPRIU finalizando-a na cruz quando o véu foi ragado de alto a baixo. Quando a Lei era apenas típica, servindo para certo fim, que a vinda de Cristo havia abolido, então era nisso ab-rogada. Tinha realizado o seu propósito, e já não era necessária (Gl 3.24,25). À parte cerimonial deixou de ter a sua verdadeira significação. Aquele para que a Lei apontava, já tinha vindo. Restavam as permanentes obrigações da lei moral, cuja aplicação foi alargada pelo Salvador (Mt 5.21-48). Todavia, em virtude da grande influência da Lei na vida e pensamento do povo judeu, não é para admirar que sob a nova aliança se tornassem as suas ordenações um assunto de alguma perplexidade. Para compreensão deste ponto, veja-se o livro de At (10, 11, 15) e ainda Romanos, Gálatas e Hebreus. 1. A LEI: O VELHO PACTO ERA PARA A CARNE. a) Rm 7:8 – Sem lei o pecado está morto. b) Rm 5:20 – Foi introduzida para que o pecado abundasse. c) Rm 7:12 – A lei é santa, justa e boa. d) Rm 8:3 – Ninguém a pode cumprir. Jo 7:19 At 7:53 e) Tg 2:10 – Quem a ofender num ponto é culpado de todos. f) Gl 3:24 – Foi nosso aio para levar-nos a Cristo. g) 10 Tm 1:9 – Não foi dada para o justo, mas para o transgressor. h) Gl 3:12 – A lei não é da fé. 2. A GRAÇA: O NOVO PACTO É PARA O ESPÍRITO. a) Rm 6:14 – Na graça o pecado não reinará em nós. b) Rm 6:2 – Na graça estamos mortos ao pecado. c) Rm 6:7 – Na graça estamos justificados do pecado. d) Rm 7:6 – Na graça estamos livres da lei. e) Hb 8:6 – É um pacto estabelecido sobre melhores promessas. f) Ef 2:8 – Somos salvos por graça. g) Hb 13:9 – A graça confirma o coração e não é vã. h) Rm 11:6 – Se é por graça, já não é por obras. 3. NO NOVO PACTO, AS LEIS ESTÃO ESCRITAS NO CORAÇÃO E CRISTO EM VÓS É A ESPERANÇA DA GLÓRIA. a) 2ª. Co 3: 2, 3 – Escritas em vossos corações. b) Rm 2:14 – Não tendo lei, são lei para si mesmos. c) Ez 36:26, 27 – Farei que andeis nos meus preceitos. 4. A LEI FOI UM MINISTÉRIO DE MORTE, A GRAÇA É UM MINISTÉRIO DE VIDA. a) 2ª. Co 3:6 – Fomos feitos ministros de um novo pacto. b) 2ª. Co 3: 7, 9, 10 – O ministério de morte teve glória. c) 2ª. Co 3:11 – O ministério do Espírito permanece. 5. COMO SE VIVE POR GRAÇA? a) Rm 4:16 – É por fé para que seja por graça. b) Rm 5:2 – Temos acesso à graça pela fé. 6. NA GRAÇA, ESTAMOS VERDADEIRAMENTE FIRMES E ALICERÇADOS. a) Hb 10:14 – Perfeitos para sempre. b) Cl 1:13 – Libertados das potestades do diabo. c) Rm 8:2 – Libertados da lei do pecado e da morte. d) 1ª. Co 1:30 – Justificados, santificados e redimidos. “A lei corresponde ao pacto mosaico em que DEUS fez uma aliança com o povo de ISRAEL,quando instituiu os mandamentos e as alianças.A graça corresponde a nova aliança ao pacto da graça,instituída com base em superiores promessas.(joão1;17)”porque a lei foi dada por intermédio de MOISÉS,a graça e a verdade vieram por meio de JESUS CRISTO ,Enquanto a lei é um ministério de condenação e morte a graça é ministério de vida ,porque a letra mata,mas o espírito vivifica. (2 cor3;6) gostaria que obsevasse Gálatas4:21-31, não colocarei aqui para ganhar tempo. Seguindo o raciocínio, nós somos filhos da promessa, da livre.”E isto por causa dos falsos irmãos que se entremeteram com o fim de espreitar a nossa liberdade que temos em CRISTO JESUS e reduzir-mos à escravidão”.(Gálatas 2;4). obs”neste contexto,a falsidade era a pregação da palavra da doutrina judaizante, imposta aos gentios convertidos ao cristianismo. “E o que vemos hoje, farizeus, judaizantes, hermeneutica, exagese, teólogo donos da verdade, mas que verdade, se eles ministram no tabernáculo? “Hebreus 13;10 – possuímos um altar do qual não têm direito de comer os que ministram no tabernáculo. A lei serviu de caminho para a vinda do Messias JESUS CRISTO, que instituiu a Nova Aliança. Paulo escreveu aos Judeus (Hebreus) de forma detalhada que a lei não iria salvá-los, pois foi ab-rogada, perdeu sua validade devido a nova aliança. Hebreus 7 11 – De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? 12 – Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei. 13 – Porque aquele de quem estas coisas se dizem pertence a outra tribo, da qual ninguém serviu ao altar, 14 – Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio. 15 – E muito mais manifesto é ainda, se à semelhança de Melquisedeque se levantar outro sacerdote, 16 – Que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível. 17 – Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque. 18 – Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade 19 – (Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus. 20 – E visto como não é sem prestar juramento (porque certamente aqueles, sem juramento, foram feitos sacerdotes, 21 – Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor, e não se arrependerá; Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque), 22 – De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. 23 – E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer, 24 – Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo. 25 – Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. 26 – Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus; 27 – Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo. 28 – Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre. (1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (Mt 25.15 nota; Lc 19.13). (2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Ex 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. (3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1—5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14—6.7; 7.1-10). (4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (Ex 35.20-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Ex 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da reconstrução do templo (2Cr 31.5-19). (5) Houve ocasiões na história do Antigo Testamento em que o povo de Deus reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12). A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO. (1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses. (2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). (3) Nossas contribuições (ofertas) devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23). (4) Nossas contribuições (ofertas) devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no Antigo Testamento (Ex 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no Novo Testamento (ver 2Co 8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se por nós (ver 2Co 8.9 nota). Para Deus, o “sacrifício” envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4). (5) Nossas contribuições (ofertas) devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no Antigo Testamento (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do Novo Testamento (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos. Como era dado o dízimo no Antigo Testamento? O costume de dar o dízimo não se originou com a lei mosaica. Em Gênesis 14 vemos que depois de Abraão ter socorrido Ló, na batalha dos reis, ele recebeu visita de dois reis. O primeiro foi o rei de Sodoma, que veio para expressar sua gratidão, e o segundo foi Melquisedeque, o rei de Salém, que veio abençoá-lo e (v 17-20) e Abraão lhe deu o dízimo de seus despojos. De todos os Judeus foi requerido que pagassem dízimos da semente da terra, o fruto da árvore, a erva e o rebanho (Lev 27.30-32). Esste dízimo não está relacionado a dinheiro. Somente o dízimo que Abraão deu a Melquisedeque estava relacionado a bens materiais, aos lucros que ele adquiriu quando venceu a batalha dos reis. Os Judeus deviam entregar seus dízimos aos levitas (Nm 18.21s). que cuidavam do templo (Nm 18.21-24), que por sua vez apresentavam “uma oferta alçada ao Senhor” que representava o dizimo dos dízimos (Nm 18.26), que tinham de ser dados ao sacerdote, conforme Num18: 25-28. (ver também Ne 10.39). Os dízimos deveriam ser levados ao lugar que o Senhor escolher (Dt 12.5s, 17s), isto é Jerusalém e seu oferecimento deveria tomar a forma de uma refeição ritual, em que o levita também tomava parte (Dt 12.7-12). Em cada terceiro ano o dizimo deveria ser oferecido na própria localidade do dizimista para que os mais necessitados também comessem e se saciassem (Dt 14.28s). Esta era a prescrição da Lei. Lei esta que Jesus Cristo nos libertou através de seu nascimento, morte e Ressurreição. O sacerdócio levítico acabou, “se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão? Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei” (Hb. 7:11-12). “O sacerdócio levitico acabou, mudou-se a lei, o sacerdote agora é o Senhor Jesus” (Hb. 7:11-19). “Concluímos, que o homem é justificado pela fé, independente da obediência à Lei”. Rm.3:28. “E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé”. Gl.3:11. “Não anulo a graça de Deus; porque, se a justiça vem pela lei, Cristo morreu inutilmente”. Gl.2:21. “Vocês que procuram ser justificados pela Lei, separaram-se de Cristo, caíram da graça.”. Gl.5:4. “O DÍZIMO DE ABRAÃO – GÊNESIS 14.18-20 – ABRAÃO DEU O DÍZIMO DOS DESPOJOS DA GUERRA AO REI MELQUISEDEQUE, SACERDOTE DO DEUS ALTÍSSIMO, E FOI POR ELE ABENÇOADO. O DÍZIMO DE JACÓ – GÊNESIS 28.20-22 – JACÓ FEZ UM VOTO AO SENHOR, PROMETENDO-LHE DAR O DÍZIMO DE TUDO QUANTO GANHASSE, SE EM SUA JORNADA FOSSE POR “ELE” PROTEGIDO E ABENÇOADO.” O DÍZIMO PELA LEI – Números 18.21, 24, 26 – O pagamento do dízimo teve ordenança, fazendo parte do contexto da lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de “caridade”, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas. Deuteronômio 14.29 – Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres. Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem toda a renda dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a caridade ou amor ao próximo (que é usado muito pelo espiritismo) pelo menos usam esse preposto, é algo muito profundo, é individual e intransferível, é entre você e Deus (Mateus 6.1 a 4). Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24), com a finalidade de manter os filhos de Levi que administrariam o ministério na tenda da congregação, o quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24”b”), disse o Senhor que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança (bem algum) no meio dos filhos de Israel. As demais tribos de Israel dizimavam aos Levitas o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam propriedades na terra. Hoje, a situação está inversa, os trabalhadores, a maioria deles assalariados, dão o dízimo para os que vivem sem trabalhar e em abundância de bens, para manter a mordomia desses, sob pretexto de ministrar a obra de Deus. A ABOLIÇÃO DOS DÍZIMOS – Hebreus 7.5: “E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão”. Neste versículo, a palavra afirma que os sacerdotes Levitas recebiam os dízimos por ordem da lei de Moisés. Hebreus 7.11 – “De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico, (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão”? (referindo-se a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo). Hebreus 7.12 – “Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei”. Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra do Senhor diz: “Que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei” (Hebreus 7.5), “Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei” (Hebreus 7.11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7.12), a palavra não deixa qualquer sombra de dúvida, que não só odízimo, mas toda a lei de Moisés foi por Cristo abolida. Mudou o Sacerdócio, necessariamente, mudou também a lei. AQUI TOMAM DÍZIMOS HOMENS QUE MORREM – A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo do povo, vem incidir sobre o versículo 8 deste Capítulo, observem o porquê: Hebreus 7.8 – E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive. Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que morrem, ali aquele que se testifica que vive (alusão ao Rei Melquisedeque). No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. O Senhor Jesus Cristo disse que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimos homens que morrem, no que está legitimado no Evangelho de João 11.26, onde disse Jesus: “Todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá”. Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender, que os que tomam o dízimo não crêem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrerão os que assim procedem, tomando o dízimo do povo voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida. Diante da Palavra de Deus, até onde recebemos entendimento, dar e receber dízimo é obra morta, ou seja, obra da justiça da Lei do Velho Testamento. Crer e viver por essa prática é estar sem a graça de Deus, pois assim explica a Bíblia. Estar sem a graça de Deus, é estar morto. Certamente que, sem Cristo e, cumprindo e se justificando pela lei, qualquer homem ainda não tem a vida eterna, tanto o que dá e, também, o que recebe o dízimo – No Evangelho de Cristo não há ordenança para se tomar o dízimo, ou para se cumprir qualquer outro rito da lei. Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o seu Evangelho, ordenou amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com amor, e não estipulou percentual ou limite para isso. Em Mateus 10.42 o Senhor mandou dar pelo menos um copo de água fria; para o jóvem rico, Ele mandou vender tudo e dar aos pobres (Mateus 19.21); e quando Zaqueu lhe disse que daria ate a metade de seus bens aos pobres, “Ele” não confirmou a necessidade desse procedimento (Lucas 19.8, 9). Disse apenas: “Zaqueu, hoje veio salvação a esta casa. Muitos saem em defesa do dízimo dizendo: “Mas o Dízimo é bíblico” (Número 18.21 a 26). Certamente, como também é bíblico: a circuncisão (Gênesis 17.23 a 27), o sacrifício de animais em holocausto (Levíticos Capítulos do 1 até 6.8 a 13), a santificação do sábado (Levíticos 23.3), o apedrejar adúlteros (Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22), etc. Tudo por ordem da lei de Deus que Moisés introduziu ao povo. Então porque hoje, não cumprem a lei na íntegra, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo? Querem o dízimo porque é a garantia de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das igrejas. O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é a grande divisão existente no tempo separando a Velha Aliança do Novo Mandamento do Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação (I Coríntios 15.1, 2). Porém, hoje qualquer esforço para voltar a lei de Moisés que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício do cordeiro de Deus e reconstruir o muro por “Ele” derrubado (Efésios 2.13 a 15). Apocalipse 5.9 – “…Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, e línguas, e povos, e nações”. Portanto irmãos, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou dando o seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: “Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens” (I Coríntios 7.23). O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias. Primeiramente, pela contribuição dos que arcam com esta pesada carga tributária, na maioria das vezes pela ausência de entendimento espiritual da palavra de Deus, não diferenciando a lei de Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais, com a Graça doSenhor Jesus Cristo, o qual veio justamente para nos libertar do jugo da Lei. Outra presunção é por parte dos que se beneficiam pelos dízimos, esses incorrem no erro ou por não terem competência e discernimento espiritual para entender que Cristo desfez a lei Mosaica na cruz, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente pela desobediência à palavra do Senhor. Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, Cristo aboliu, com o seu próprio sangue na cruz do Calvário: (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18, 19). Gálatas 5.14 – Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amaras ao teu próximo com a ti mesmo. Hebreus 7.5: E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Medite, a palavra afirma que Moisés deu uma lei ao seu povo, direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações, os quais tinham ordem, segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11e 12: Hebreus 7.11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo). (de novo)> Hebreus 7.12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei. LEI E GRAÇA A LEI ORDENA: Dt. 12:32 > A GRAÇA CONVIDA: Lc. 14:17-23 A LEI CONDENA: Rm 3:19 > A GRAÇA PERDOA: Ef. 1:7 A LEI MALDIZ: Gl. 3:10 > A GRAÇA ABENÇÔA: 3:11 A LEI MATA: II Co 3:6-7 > A GRAÇA VIVIFICA: Jo 10:10 A LEI SEPARA O PECADOR: Ex. 20:4-18 > A GRAÇA APROXIMA: Ef. 2:13 A LEI EXIGE VINGANÇA: Ex. 21:24 > A GRAÇA NÃO SE VINGA: Mt. 5:39 A LEI MANDA ABORRECER: Mt. 5:43 > A GRAÇA ENSINA A AMAR: Mt. 5:44 A LEI DIZ: FAZ E VIVERÁ: Lv. 18:5 > A GRAÇA DIZ: CRÊ E SERÁ SALVO: At. 16:31 A LEI É RESTRITA A ISRAEL: Ex. 19:3 > A GRAÇA ESTENDE-SE A TODOS: Mt. 28:19 A LEI ENCERRA TODOS NO PECADO: Rm 6:19-21 > A GRAÇA JUSTIFICA: Rm 5:1-9 A LEI MOSTRA O PECADO, MAS NÃO SALVA O PECADOR: Gl. 3:11 > A GRAÇA MOSTRA O PECADO E SALVA O PECADOR: Ef. 2:5-8 Só um breve comentário: No antigo Testamento o sacrifício para justificação de pecados prefiguravam o verdadeiro e eterno meio de salvação, “JESUS” . O papel da lei é avultar o pecado tornando o homem consciente de que não tem condições de ser salvo, ainda que única possibilidade é por meio dela mesma. Já o papel da grace é concretizar o que era impossível à lei. A lei faz o diagnostic, a grace traz o remédio, enquanto a lei condena, a graca liberta. Em Rm 7:4-6 fala sobre a caducidade da lei. Gl. 5:1 diz: Cristo nos libertou para a liberdade. Ficai firmes e não vos dobreis de novo a um jugo de escravidão. Ef. 2:8-10 diz: Pela grace sois salvos, por meio da fé, e isto não é vosso, é dom de Deus. 9 Não de obras, para que ninguém se glorie. Jo 1:17 A lei foi dada por meio de Moisés, mas o amor e a verdade nos vêm por meio de Jesus Cristo. Rm 3:19-20 Ora, sabemos que tudo o que a Lei diz se aplica aos que vivem debaixo da Lei. Isso para que todos parem de dar desculpas e para que todas as pessoas do mundo fiquem sujeitas as castigo de Deus. Pois ninguém é aceito por Deus por fazer o que a Lei manda, porque a Lei faz as pessoas saberem que são pecadoras. Vs. 24 de Romanos diz: Mas Deus, pela sua GRAÇA e sem exigir nada, os aceita por meio de Cristo Jesus, que os salva. Vs 28 ainda, Assim vemos que a pessoa é aceita por Deus pela fé e não por fazer o que a Lei manda. I Tm 1:8-10 (aos que vivem pela lei). Ainda, a bíblia diz que a lei e os profetas duraram até João Lc 16:16. Exemplos: Ao mostrar sua loja a um visitante, o relojoeiro indicou duas maneiras de acertar a hora dos relógios. Num método, o relógio mestre tocava uma nota periodicamente. Se os outros relógios estivessem errados, o sinal apontaria seu erro, porém não o corrigiria. A primeira maneira de acertar a hora representa a lei de Deus. Ela dá o sinal, apontando para os caminhos perfeitos de Deus, mas não podem corrigir o erro. O segundo método representa a graça de Deus. O que a lei não podia fazer, a graça pode. A lei de Deus exige um uso apropriado, conforme Paulo afirmou: “Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo” (1 Tm 1.8). Certo pregador usou três ilustrações para exprimir isto. Primeiro, ele relacionou a lei a um espelho de dentista. Com esse pequeno espelho, ele pode localizar as cáries. Mas o dentista não pode usar o espelho para perfurar. Ele apenas revela a cavidade, mas não pode repará-la. A lei mata, mas a graça dá vida. A lei é externa, a graça e interna. A lei de Deus revela o problema do pecado, mas não oferece uma solução. A resposta é encontrada na graça de Deus, a graça imerecida que Ele nos oferece gratuitamente na pessoa de Jesus Cristo. Mas o que é graça? Paulo resumiu suas incontáveis virtudes chamando-as de “suprema riqueza”. Ele especificou algumas dessas riquezas em sua carta aos Efésios 2. Graça, portanto, é: o favor de Deus concedido a pessoas que não merecem (v.1); o instrumento de Deus para trazer salvação para todo aquele que crê (v.8); a provisão de Deus de comunhão espiritual com outras pessoas (vs 5,6); e a influência criativa de Deus que equipa o crente para cumprir Seus propósitos (v.10). A graça de Deus não é somente maravilhosamente rica, mas também gratuita, porque o próprio doador da graça pagou o alto preço. Se alguém se esforça para ser salvo procurando ser bom cumpridor da lei, tudo o que conseguirá é conhecer sua própria impotência, pois a lei só mostra o que ele realmente é. A graça de Deus, diferentemente, nos capacita a andar nos caminhos de Deus, pois é o próprio Senhor Jesus que vive em nós e nos supre a força necessária para fazê-lo. A Bíblia diz que “a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens”, e acrescenta: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Tt 2.11; Ef 2.8). A Bíblia diz que “a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens”, e acrescenta: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Tt 2.11; Ef 2.8). HOUVE UM DEBATE QUE TIREI NA INTERNET DÍZIMO: CONTRIBUIÇÃO DA LEI OU DA GRAÇA? Debate: Engenheira Luciana. R. A.Viana X Márcio Duarte Para que, no caso de eu tardar, saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade. (I Timóteo 3:15) O objetivo deste estudo não é o de se contrapor ao dízimo, mas de esclarecer a verdade da forma certa de como contribuir pela graça, não por coação psicológica e doutrinária, utilizada por muitos líderes de igrejas, através de versículos da lei judaica, mas sim contribuir sem constrangimento exposto em (II Coríntios 9:7). O cristão não é obrigado a dar o dízimo, nem por medo do “devorador” (Malaquias 3:11) ou de ser amaldiçoado, porque o dízimo é um mandamento da lei judaica, além disso, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo e Ele já nos abençoou com todas as bênçãos nas regiões celestiais (Romanos 8:1) e (Efésios 1:3). Nem rouba a Deus o cristão que não dá o dízimo… não temos o dever de chamar de ladrão a quem Jesus libertou, se ele contribui com 0% ou 100% é uma atitude pessoal, ele é livre para decidir. Jesus condenou a atitude dos judeus escribas e fariseus que dizimavam até o cominho e não ofertavam o seu amor ao próximo. (Mateus 23:23), infelizmente, muitos cristãos têm repetido esta mesma atitude. Não há um só versículo no Novo Testamento, que registre a obrigatoriedade do cristão dizimar. Por outro lado, se o cristão deixa de contribuir ou diminui esta contribuição, por que descobre que não é obrigado, está agindo de má fé para com Deus, como fez Ananias e Safira, ele deve contribuir sim e feliz porque sabe que pode fazê-lo por amor a Deus e não por imposição de homens, e segundo o que propuser em seu coração. Toda a contribuição para a Igreja era feita unicamente através de ofertas e partilha de bens. Nós, cristãos, devemos ter o cuidado de não ficarmos como passarinho no ninho: obrigados a engolir o que colocam na nossa boca. Pela Lei, o dízimo era destinado à tribo levítica, aos sacerdotes desta tribo. Eles recebiam e se mantinham dos dízimos, porque não tinham herança e cuidavam do Templo de Deus, a Casa do Senhor, para onde os dízimos eram levados (Números 18:21/30). O Templo foi destruído e não existem mais os sacerdotes levitas. Pela Graça, a instituição do dízimo é ilegal e sem respaldo bíblico, porque todos nós somos sacerdotes de Cristo. (Apocalipse 1:6), pois não há mais necessidade desta tribo sacerdotal. O Dízimo foi estabelecido para os judeus; não para a igreja de Jesus Cristo. (Hebreus 7:5). Devemos compreender a diferença entre contribuir em LEI e o contribuir em GRAÇA, para não ficarmos debaixo de maldição, e obrigados a guardar toda a lei, se escolhermos seguir um mandamento dela, como disse o apóstolo Paulo em (Gálatas 5:3/4), pois quem cumpre um mandamento da lei é obrigado a guardar toda a lei. Somos servos do Senhor Jesus, não escravos de homens. (I Coríntios 7:23); (Gálatas 5:1) e foi para a liberdade que Ele nos chamou. Na Lei, o DÍZIMO era a causa principal da bênção do povo judeu e a bênção era consequência deste DÍZIMO (Malaquias 3:10). A maneira certa do povo judeu contribuir na LEI era dando o Dízimo para ser abençoado. Na GRAÇA, o Sacrifício de Cristo é a causa principal da bênção do povo cristão. Paulo, em (Efésios 1:3) nos afirma que Deus nos abençoou “EM CRISTO”, não “EM DÍZIMO”, por este motivo, a maneira correta do povo cristão contribuir em GRAÇA é no uso de (II Coríntios 9:7), porque abençoados já somos. Ao invés de incentivar os cristãos, com amor, a contribuírem na casa de Deus, muitas autoridades dizem que não o obrigam o pagamento do dízimo, mas usam textos do antigo testamento, como: …repreenderei o devorador; …roubais ao Senhor nos dízimos.. etc, que produzem temor nas pessoas e medo de maldição, porque tais autoridades dependem de altos salários pagos pelas igrejas ou têm receio que a obra do Senhor seja prejudicada se não houver imposição ou, por despreparo repetem os erros dos outros líderes, a todos faltando fé suficiente de que Deus prosperará a igreja, através da contribuição espontânea dos irmãos, como ocorria na igreja primitiva. O resultado disso tudo é o engano, o desvio da Verdade. Cristo não colocou “VINHO NOVO”(A GRAÇA) em “ODRES VELHOS”(A LEI). (Marcos 2:22). Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o que era velho (Gálatas 4:30); (Hebreus 8:13). Não podemos fazer do cristianismo uma seita judaica. Paulo afirma (Gálatas 2:14). Toda esta confusão sobre o Dízimo seria erradicada do nosso meio se nos empenhássemos mais em conhecer profundamente a Palavra, sermos adultos na fé e não meninos. Se quisermos nos aprofundar na Palavra, devemos confrontar sempre o que as pessoas ensinam com o que a Bíblia realmente diz (I João 2:27), fazermos como os crentes de Beréia. Origens do dízimo DÍZIMO é um preceito da LEI de Moisés (Números 18:24), embora Abraão tenha dizimado antes da Lei, no lugar do número dos sacerdotes, os quais se encontravam nos seus lombos. (Hebreus 7:9/10). O Dízimo passou a ser um pacto (Deuteronômio 12:6/17), um contrato, entre Deus e os israelitas (Deuteronômio 14:22/28). Todavia, nem os gentios, e nenhum representante da Igreja de Cristo estavam lá para ouvir este pacto, ficando assim, a Igreja atualmente, comprometida com o dízimo. Porém, como Jesus cumpriu toda a lei (Romanos 10:4), ao estabelecer uma Novo Testamento (Hebreus 8:13), nem mesmo o judeu tem qualquer compromisso com a observância do Dízimo, uma vez convertido a Cristo. DISPENSAÇÃO: É um período em que o homem é provado na sua obediência a certa revelação da vontade de Deus. Encontra-se três vezes no Novo Testamento, em (Efésios 1:10); (Efésios 3:2) e (Colossenses 1:25). POVOS nas Escrituras Sagradas: judeus, gentios e Igreja (judeus + gentios). O DÍZIMO surgiu na dispensação da Promessa, de Abraão até Moisés. Deus estava para estabelecer o número de sacerdotes (10% da tribo de Levi), na dispensação da Lei, dentre os filhos de Levi, que já se encontravam nos lombos (no corpo) de Abraão, seriam seus descendentes (Hebreus 7:9/10) com a finalidade de ministrarem no Templo onde passariam a habitar. Foi o principal motivo, pelo qual, o Espírito inspirou Abraão a pagar a Melquisedeque o dízimo (Hebreus 7:4), referente a 10% dos sacerdotes da tribo de Levi que estavam nos seus lombos. Quando o dízimo foi instituído na Lei, os levitas ficaram isentos de pagá-lo, como diz o texto: …Levi que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão. (Hebreus 7:5/9). Ficaram isentos porque o dízimo deles foi pago na pessoa de Abraão a Melquisedeque, que era a figura do sacerdócio eterno de Cristo. Os sacerdotes levitas foram os únicos autorizados por Deus, aqui na terra, segundo as Escrituras, a receberem dízimo (II Crónicas 31:5/6) e (II Crónicas 31:12); (Neemias 10:37) e (Neemias 12:44), não o Sistema eclesiástico atual. Muitos irmãos indagam: “Mas porque Deus tem me abençoado, depois que tenho dado o dízimo?” Ora, se a Palavra diz que Deus é misericordioso até com os maus (Mateus 5:45), quanto mais com um filho seu, que é generoso para contribuir na Obra do Senhor, mesmo que não tenha conhecimento real da profundidade desta contribuição, sendo o seu coração sincero diante de Deus, Deus o prosperaria independentemente do que ele oferta ou do que vota. Deus está mais interessado na misericórdia dos nossos corações, que nos sacrifícios de nossas mãos, como dito em (Mateus 9:13). Foi extinto o sacerdócio levítico, que era da lei, para que um outro sacerdócio fosse levantado, segundo a Graça, Eterno (Hebreus 7:11/12). Somos livres em tudo, inclusive na forma de contribuir: Não há limite de contribuição, é segundo o que você propõe no seu coração, 0% ou 100%. A obrigação do dízimo, não mais existe. É um preceito da Lei judaica! (II Coríntios 9:7) Como contribuir? Em Lei ou em Graça? Para você entender melhor, usamos o seguinte exemplo: O Adultério Na Lei: Para não adulterar, o meio utilizado foi o apedrejamento (Levítico 20:10). Na Graça: Para não adulterar, o meio utilizado foi o amor a Cristo (II Coríntios 5:14). Contribuição Na Lei: Para contribuir, o meio utilizado foi o medo do devorador (Malaquias 3:10/11). Na Graça: Para contribuir, o meio utilizado é o amor a Cristo (II Coríntios 9:7). No Adultério e na Contribuição, mudou o meio, mas o objetivo foi o mesmo: Não adulterar e sempre contribuir. É isto que Deus quer revelar à sua igreja. Você vive debaixo da GRAÇA e não debaixo da LEI. Porque quando se faz uso da lei estando em graça, para alcançar certo objetivo, mesmo que certo, mas se o meio utilizado estiver errado, o resultado é a separação de Cristo e o cair da graça, sendo assim, a pessoa é obrigada a cumprir toda a lei, como nos afirma o Espírito Santo através de Paulo em (Gálatas 5:3/4). É por este motivo que se torna um erro gravíssimo o uso de (Malaquias 3:10) em plena GRAÇA em que vivemos, neste sentido (Malaquias 3:10), tornou-se no meio evangélico, “o pezinho de coelho” e “ferradura da sorte” para muita gente, principalmente para o Sistema Religioso atual, que não consegue viver por fé, porque a fé não é de todos (II Tessalonicenses 3:2) é só dos eleitos de Deus (Tito 1:1). Infelizmente, muitos se comportam como aqueles que queriam atirar a primeira pedra na mulher adúltera, provavelmente, se Jesus estivesse aqui diriam: “Mestre, este irmão ou irmã foi apanhado(a) em flagrante roubo, não tem dado o dízimo, vive roubando a Deus, (Malaquias 3:10) diz que tais sejam entregues ao devorador e que Deus não deve abrir as janelas dos céus para abençoá-las. Tu, pois o que dizes?” Creio que Jesus daria esta resposta: “O que você tem a ver com isso?”. Assim como ninguém vive perguntando se você é adúltero, também não deve viver perguntando se você é dizimista. Muitos chegam até ao absurdo a constranger o irmão ou irmã, expondo-o à vergonha de ter o seu nome numa relação de não dizimistas pregada na porta da igreja, quando não, tiram-lhe o ministério ou o discriminam, mas quando é um(a) irmão(ã) que dá um dízimo elevado, este, muitas vezes, é o mais honrado na igreja. Notemos que O Deus que fala em (Malaquias 3:10), é o mesmo que diz em (Malaquias 2:16) “… Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel…” e quase não ouvimos falar deste assunto nas igrejas. Repetimos: não se faz aqui, apologia à AVAREZA, porque isso não é de Deus e os avarentos, diz a Bíblia, não herdarão o Seu Reino, podemos dar até tudo o que temos, por amor, ao Senhor e isto alegra o coração de Deus: como alegrou o coração de Jesus observar a viúva pobre que deu tudo o que tinha. O que é errado é a forma escandalosa e nada cristã, relativa às contribuições. O crente em Jesus dá com alegria e amor, até mais de 10%, se puder. Mateus 23:23 Jesus, acima, está falando para os fariseus daquela época, não para a igreja, que até então, não havia sido totalmente formada com fundamentos da graça, o ministério de Cristo não havia ainda sido consumado. (o véu do templo não havia sido rasgado), tanto que Jesus ordenou ao homem que era leproso para apresentar-se ao sacerdote e fazer oferta pela purificação, conforme a Lei (Lucas 5:14). Os conservadores do dízimo ainda dizem: O DÍZIMO é uma tradição que devemos manter para não transgredir. O mesmo argumento utilizaram para Jesus em relação ao Sábado (Marcos 2:24) e o Lavar as mãos antes de comer (Mateus 15:2). Porque o Sábado fazia parte da Torá (lei judaica) e o Lavar as mãos fazia parte da Halaká (comportamento judaico). Veja o que o dinheiro faz, a ponto de esquecerem que, tanto o Dízimo como o Sábado e o Lavar as mãos eram tradições judaicas e não gentílicas. O DÏZIMO passou a ser a única tradição judaica que o Sistema Religioso vem mantendo até hoje no seio da Igreja gentílica. Não é um absurdo??? Fazem uma lavagem cerebral religiosa porque o dízimo é a galinha dos ovos de ouro para muitos: é a única tradição que traz estabilidade financeira, mas não para Deus, porque Ele de nada necessita, pois é o dono de todas as coisas. Nem tampouco é servido por mãos humanas, (Atos 17:25). Infelizmente, muitas igrejas têm se tornado bem parecidas com a Antiga Igreja Romana, que usava as indulgências como fonte de lucro, induzindo os fiéis a contribuírem por medo da maldição, a comprarem sua salvação do Inferno e do Purgatório. Se um crente amaldiçoado pelo falta do seu dízimo, é ladrão, como pode estar liberto? Isto nos faz julgar o irmão e afirmar que o sacrifício de Cristo não foi suficiente na sua vida, como faz a Igreja Romana. Pare !… Confira na Palavra e reflita sobre tudo o que foi escrito aqui, Não permaneça debaixo da lei, mas se dizimar, faça-o com uma consciência liberta, mesmo que preguem ou façam o contrário. A Verdade deve sempre prevalecer, como disse o apóstolo Paulo: “Tornei-me acaso vosso inimigo, porque vos disse a verdade?” (Gálatas 4:16); (Romanos 7:4); (Gálatas 5:1). De: Márcio Duarte Santiago mds0062@ig.com.br Para: avianna@terra.com.br Assunto: DIZIMO CONTRA DA LEI OU DA GRAÇA??? Data: terça-feira, 19 de Fevereiro de 2002 2:38 Graça e paz! Lendo o seu texto, cheguei algumas conclusões, as quais esponho aqui gostaria de um parecer sobre o assunto Dízimo Márcio D. Santiago – membro da Igreja Ev. Congregacional de Suzano – SP Na discursão deste assunto, iremos subordiná-lo a três importantes questões: a) CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ TEM DE SATISFAZER A TRÊS REQUISITOS; b) A CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ, SE NÃO É IGUAL AO DÍZIMO, TEM DE SER SUPERIOR; c) O DÍZIMO É CONTRIBUIÇÃO PERFEITAMENTE CRISTÃ, PROVADA DENTRO DO NOVO TESTAMENTO. a.1) Tem de ser voluntária (Paulo escrevendo aos (II Coríntios 9:7), escreve o seguinte: “cada um contribua segundo propôs no seu coração; não por tristeza ou por necessidade, porque Deus ama ao que dá com alegria”., este texto é a chave de ouro dos antidizimistas, eles veem aqui uma arma esmagadora contra método de contribuição na base do dízimo, no entanto outra coisa não vemos neste texto sagrado senão a voluntariedade da contribuição, coisa perfeitamente compatível com o sistema do dízimo, qual a distância entre dízimo e voluntariedade? porventura crentes pagam o dízimo por imposição ou constrangimento? qual a igreja que já impôs aos seus fieis a prática do dízimo sob condição, de sua permanência ou não no rol de membros? logo todos dizimistas o são voluntariamente, livremente. ) a.2) Tem de ser metódica. (I Coríntios 16:2), escreve no primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando chegar, note-se bem a primeira parte deste texto sagrado “no primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar”. Como pode ver de acordo com os preceitos do novo testamento, a contribuição além de voluntária tem de ser metódica, os que defendem a voluntariedade da contribuição, a seu modo, via de regra, não tem método. As suas contribuições quando aparecem, quase sempre são avulsas, desorganizadas, sempre de acordo com as necessidades da igreja, o que é contra a Palavra de Deus. a.3) Tem de ser proporcional aos rendimentos. ( Paulo diz, no texto que estamos considerando “cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade”, os que não são dizimistas notaram isto? notaram que a contribuição cristã tem de ser proporcional a renda do contribuinte? os mensalistas de nossas igrejas já leram esta passagem? e os contribuintes avulsos que dizem? porventura os ricos de nossas igrejas estão contribuindo conforme a sua prosperidade? em geral com algumas exceções são os piores contribuintes!, quando se levanta uma campanha financeira, um pobre diz: “eu dou R$ 100.00”, levanta-se um rico e diz “eu dou R$ 10.00”, e murmura para o seu irmão, sentado ao seu lado: “eu só contribuo, segundo propus no meu coração”. E mais este contrapeso “eu não contribuo para me mostrar”. maldita humildade, maldita voluntariedade, mil vezes maldita! Oh rico escravizado pelo dinheiro.) b) Portanto, qualquer contribuição que não seja na base x% não é cristã, agora cabe-nos descobrir a incógnita desse x. Suponhamos, porém, que certo crente que é liberal resolveu dar, para o sustento do serviço do evangelho 12 ou 15% da sua renda, este método é cristão? é perfeitamente cristão, ele satisfaz aos três requisitos é voluntário, é metódico e é proporcional aos rendimentos., mas suponhamos que um irmão resolveu dar 4% do seu salário, outro que mais liberal decidiu dar 6% ao seu senhor, e outro compeendeu melhor a doutrina da contribuição resolveu dar 9% de toda a sua renda. qual dos três está certo? Nenhum, os três estão errados. Esta maneira de contribuir não está de acordo com as três exigências de Paulo? Não é contribuição voluntária, metódica e proporcional aos rendimentos? Sim está. Entretanto, não satisfaz a outra exigência do novo testamento. Daí a razão da afirmação a contribuição cristã, se não igual ao dízimo, tem de ser superior. O novo testamento é uma infinidade de mandamentos novos, associados a diversos outros do velho testamento. Veja um exemplo: em (Mateus 5:21), nós lemos “ouvistes que foi dito aos antigos, não matarás, mas qualquer que matar será réu de juízo” este é o texto da lei, mas o senhor Jesus intercalou os seguintes aditivos – “Eu porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo. e qualquer que disser ao seu irmão: Raca, será réu do sinédrio. e qulquer que lhe disser: Louco, será reu do fogo do inferno” como pode ver o Sr. Jesus ao transportar este mandamento para o novo testamento, lhe deu uma nova interpretação, e lhe ampliou o sentido, tornando-o assim consentâneo com o espírito da graça. c) Apresentarei três razões, pelas quais afimarei que o dízimo é contribuição dentro do Novo testamento: 1º O dízimo de Abrão: (Gênesis 14:18/20), o mesmo assunto está registrado em (Hebreus 7:4/6), os antidizimistas afirmam que o dízimo não é da dispensação cristã e, sim da Lei. Aqui o dízimo aparece uns 400 anos antes da lei, e sem mandamentos divino (Gálatas 3:17), se o dízimo apareceu, na história do povo de Deus, tanto tempo antes da lei, certamente, não é criação sua, e muito menos, sua exclusividade. Mas pensemos um pouco a respeito da pessoa de Abraão e a sua relação para conosco. Abraão é nosso pai na fé, todo o cap. 4 de romanos nos faz esta revelação, o ver 16 desse cap. diz precisamente o seguinte “portanto, é pela fé, para que segundo a graça, afim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós”. Paulo escreveu em (Gálatas 3:7/9), “sabeis, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão, ora tendoo a escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o Evang. a Abraão, dizendo todas as nações serão benditas em ti, não parece dúvida! os crentes de todo o mundo são filhos do crente Abraão! e Abraãao pagou o dízimo! Dele nós temos esta erança de benção; além da herança da fé. e note-se Abraão pagou dízimo quando estava na incircun CurtirCurtir
  12. Bem colocado, Carlos Alberto. Neste cenário, o dízimo já fazia parte da lei e a lei foi abolida com a instituição da Nova Aliança. Isso é perfeitamente visto nos texto de 2º Coríntios 9:6. Para fortalecer ainda mais essa corrente de pensamento, vemos o texto de Marcos 12:41-44 que fala da senhora pobre que doou com alegria tudo o que tinha (em seu coração). Lucas 6:38 ainda nos diz “Deem e será dado a vocês: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem também será usada para medir vocês”. Todos esses textos mostram que desde a Nova Aliança não se falou mais em dízimo (10%), mas sempre nos leva à liberdade para doar conforme o nosso coração.

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  13. Gostei!!!
    só creio que o dizimo é uma ordem que temos que obedecer, ( Ele diz trazei ).
    fique na paz…..

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  14. Eu acredito que o Dizimo e os 10% e dizimo por Obediência e Amor a Obra as Ofertas segundo propôs no coração. Cabe as lideranças Evangélicas saber administrar este negocio.
    Que o Senhor Jesus abençoe a todos

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  15. Devo dizimar o que recebo como meu liquido ou de tudo?Se tipo eu fizer um salario de 1.000 e fizer um vale de 200,00 eu tenho que dizimar dos 1000 ou dos 800,00?

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  16. Ml 3.10 ali DEUS ESTA TRATANDO COM OS SACERDOTE E NAO COM O POVO DE DEUS.
    OUTRA ASSUNTO SE O DIZIMO E ESTATUTO PERPETUO ,O QUE FALAR DOS HOLOCAUSTOS,QUE DEUS DIZ QUE NAO ACEITA HOLOCAUSTO DE HOMEM.

    SOU DIZIMISTA POR OBDIENCIA.MAS PRECISO DE UMA RESPOSTA MAS CLARA A RESPEITO DO DIZIMO. HA MUITAS CONTRADIÇOES

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  17. Irmão,Jesus os manda “ide e pregai”… e não construir igrejas.O templo em Jerusalém era pra isso,pra levar os dizimos e ofertas…Mas ai a cruz aboliu essa pratica.Como fica o dizimo hoje? Pra pagar salário de pastores ?

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  18. A paz Carlos Alberto!
    Realmente temos vivido tempos tristes nas igrejas, quando o assunto é dinheiro. Muitos pregadores pregando o que lhe é conveniente, e esquecendo de pregar o principal: UMA VIDA DE SANTIDADE!
    Querido irmão, pense no texto de Malaquias 3:1012, onde diz: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.”
    Embora o dízimo tenha sido reconhecido desde a época de Moisés, nos dias de Malaquias os sacerdotes do templo recolhiam as ofertas e não repassavam para os levitas, para que eles pudessem utilizá-las para cuidar dos próprios levitas, dos órfãos, das viúvas e viajantes. E isso fez com que o profeta (Malaquias) iniciasse uma advertência a todos sobre o roubo do dízimo: “Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda.” (Malaquias 3:9)
    Ou seja, o ensinamento é que o dízimo seja entregue na casa do Senhor para que haja mantimento, não as ofertas! E o não entregar o dízimo é considerado um “roubo” a Deus.
    Realmente o dízimo é voluntário, porém é um chamado à aqueles que amam a Deus e que querem fazer parte do alargar das estacas da “igreja de Cristo” na terra!
    Deus abençoe!
    Renata

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  19. Sem dúvida nenhuma, no tocante aos dízimos, há muitas más interpretações de alguns pregadores. Pois, uns pregam que naquela época patriarcal, não havia dinheiro como moeda de circulação. E, essa afirmação é equivocada, porque somente no livro de Gênesis, a palavra dinheiro é mencionada umas vinte quatro vezes. Na verdade o dízimo foi instituído como ordenança aos filhos de Israel, em Levítico 27: 31-32. E, sempre estava relacionado a alimento ou mantimento dos levitas, órfãos, viúvas, e estrangeiros. Porque o dízimo sempre foi comido e o dizimista também participava dele. Além do mais, o local a ser entregue os dízimos eram escolhidos por Deus, e não por homem algum (Deut 14:25). A tribo dos levitas eram os responsáveis pelos dízimos por herança, ou seja, por estatuto perpétuo! Logo, com o fim do sarcedócio levítico, a quem devemos entregar os nossos dízimos? Claro, compreendo que as instituições igrejas, necessitem de dinheiro para melhor atenderem as ovelhas, e pagarem seus tributos. Todavia, na minha opinião esta deveriam ser pagas com o dinheiro das ofertas. Conforme está escrito: ” Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” 2 Coríntios 9:7 Vale, salientar que este versículo fala da entrega de coração, que pode até mesmo, exceder aos dez porcento do dízimo do AT.

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