liberdade de expressao ameacada

Por Thiago Schadeck

Graça e paz da parte de Cristo!

Não há nada pior para uma igreja que ela se tornar politicamente correta. Em outras palavras, a igreja que não se dispõe contra nada nem ninguém, fica na dela e pronto. Tudo é tolerável, afinal de contas cada um prestará contas de si mesmo a Deus e a salvação é individual.

Uma igreja politicamente correta, perde seu sentido profético de ser luz no mundo, pois essa luz torna-se tão fraca que confundem-na com as trevas. Esse tipo de igreja normalmente é repleta de membros, mas com poucos cristãos. A grande maioria das pessoas que frequentam essas igrejas só o fazem pela certeza de que não haverá exortação, ao contrário, a palavra será usada pra mostrar o quão vitorioso e importante para Deus eu sou, o quanto Deus me ama e me mima. São igrejas de meias verdades, que ensinam algo correto para fundamentar suas mentiras. Lembre-se: Meias verdades são mentiras completas!

O processo de politização da igreja não se dá da noite para o dia, mas sim lentamente. O primeiro passo para que isso aconteça é, ainda que discretamente, a Bíblia começar a ficar em segundo plano. Quando há alguém com problemas, buscam ajudar com o livro do autor tal, ou com a técnica do fulano e a Bíblia fica jogada na prateleira. Temos que entender que um livro escrito há milênios não é suficiente para resolver problemas modernos, dirão alguns.

Essas igrejas se multiplicam em velocidade inacreditável. Isso se dá muito por conta da formação de novos pastores, que com sede por serem abraçados pela congregação, que normalmente tem um preconceito com pastores jovens, começam a pregar o que as pessoas querem ouvir e passam a fazer sucesso. O pior é que esse sucesso cega e a falta de Bíblia faz com que pastores promissores se tornem verdadeiros promíscuos. As pregações nessas igrejas nunca falam sobre arrependimento, pecado, condenação eterna e volta de Cristo, porque esses assuntos assustam e afastam as pessoas, o que é um mal terrível para quem adora (em todos os sentidos) alimentar o ego.

O que os líderes dessas igrejas ainda não entenderam é que quado se tira o peso do pecado, tira-se também a gloria da salvação. Quando desvaloriza-se a volta de Cristo, dá-se poder aos nossos desejos carnais e maus. Quando se despreza a possibilidade de condenação eterna, a salvação eterna torna-se banalizada.

Oremos para que a Igreja evangélica brasileira deixe de ser politicamente correta e volte a ser profética, assim como João Batista que não teve medo em colocar o dedo no nariz do rei e denunciá-lo por seu pecado ou como Elias que sozinho enfrentou os profetas de Baal e Deus o respondeu com fogo. Temos de ser como Pedro e João que disseram na cara dos sacerdotes que, se soltos, voltariam a pregar porque preferiam agradar a Deus que aos homens. Sermos como Paulo e Silas, que mesmo depois de muito apanhar, ainda tiveram forças para cantar e orar, adorando o nome do Senhor.

Que Deus te abençoe e te de ousadia para ser igreja profética em vez de política!

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