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Começou a perseguição religiosa!

AsiabibiPaquistao

Por Thiago Schadeck

Era para ser uma segunda-feira normal, como qualquer outra, as pessoas indo trabalhar, estudar, cumprir seus compromissos depois de terem descansado, ou não, no final de semana, mas na realidade aconteceria algo diferente, o presidente da república sancionou a lei que proíbe qualquer tipo de pregação. Segundo ele, a religião estava sendo usada como um braço político para afrontar o governo.
Além disso, falar sobre santidade, pecado, reino de Deus, justiça social, volta de Cristo e outros assuntos polêmicos colocava o governo em maus lençóis. Como explicar que a Igreja estava fazendo o que ele, o governo, não fazia?
Ao saber dessa notícia, muitos cristãos se desesperaram. O que fazer agora? Vai começar uma perseguição religiosa e com certeza nossa vida ficará muito difícil. Milhares de pastores estavam sendo presos, as redes sociais ferviam com as noticias, pessoas a favor do presidente comemoravam a decisão, os que eram contrários tinham duas alternativas: lutar e correr o risco ou negar sua fé e se manter estável. Obedecer a Deus ou ao governo?
Com o passar do dia, chegavam notícias de todos os lugares do Brasil, dando conta de que crentes haviam sido presos e alguns até mortos. Igrejas foram incendiadas, apedrejadas, invadidas e saqueadas. A polícia estava com ordens explicitas de prender a qualquer pessoa que se declarasse cristã, à começar pelos seus soldados, o que trouxe uma grande baixa à corporação.
Alguns tentaram fugir para países vizinhos e tentar asilo político, mas a fiscalização nas fronteiras aumentou consideravelmente e quase ninguém conseguia passar. Quem tentasse atravessar ao país vizinho teria de passar por um interrogatório com muita pressão psicológica e intimidação que faziam até pessoas confessarem o que nem tinham feito. Estávamos perdidos.
Nesse ínterim, alguns pastores, que ainda não haviam sido presos, se levantaram e passaram a dar forças aos irmãos, exortando-os a se manterem firmes na fé e, se necessário, morrerem por Cristo. Citavam o exemplo dos apóstolos de Jesus, que mesmo sabendo que caminhavam em direção a morte não temeram e cumpriram o propósito de vida que Deus havia lhes planejado. Não podemos fugir da responsabilidade, se Deus escolheu a nossa geração para ser mártir e dar a vida como testemunho de fidelidade à Deus.
Chegava o horário do almoço e as noticias eram cada vez piores. Policiais invadiam casas, empresas, escolas e levavam os cristãos presos. Não havia espaço físico para juntá-los em segurança, então começaram a levá-los à estádios de futebol, que usando arquibancada e campo cabiam umas duzentas mil pessoas. Os pastores que iam sendo presos nesse dia passavam por uma salinha escura que lhes fazia sair com hematomas por todo o corpo, apanhavam mais que lutador de UFC. Se prometessem que incentivariam as pessoas a desistirem da fé seriam soltos, caso contrário assumiriam as consequências de desobedecer ao governo.
Agora era fim de tarde, início de noite, e começaria o que todos temiam: o presidente deu ordem de exterminar todos os cristãos presos. Quase 30 milhões de pessoas perderiam a vida nesse dia, massacre muito maior do que foi o terrível holocausto alemão. Quando os cristãos que estavam presos ficaram sabendo da notícia tiveram as mais variadas reações: uns pediam para falar com os guardas e negar a fé, poupando assim suas vidas; outros começavam a orar e pedir intervenção divina na decisão do governo; outros tentavam achar uma forma de fugir; outros passavam mal e desmaiavam. Fato é que ninguém ficou feliz com a notícia, mas alguns entenderam que era uma honra morrer pela causa de Cristo.
As nove da noite começaram as execuções, para ganhar tempo, os policiais colocavam grupos de cem pessoas no paredão e fuzilavam. Os que estavam na fila faziam cultos e louvavam a Deus, era uma forma de se manterem calmos diante da morte iminente e certa. Assim como os hebreus da fornalha, sabiam que Deus era poderoso para livrá-los da morte se quisesse, mas também sabiam que a vontade de Deus poderia ser deixá-los morrer. Cabia a eles aceitar que, mais que nunca, estavam nas mãos de Deus.
As cinco e meia da manhã, os últimos crentes eram executados, logo só sobraram os que negaram sua fé ou que conseguiram se esconder, que eram bem poucos, e estava nas mãos deles recomeçar a igreja, agora perseguida, evangélica brasileira. E foi exatamente o que aconteceu. Muitos que haviam negado a Cristo reconheceram seu erro e passaram a pregar e fortalecer aos irmãos. Começava assim a igreja que se reunia em segredo nas casas, porões, galpões abandonados e outros lugares acima de qualquer suspeita.
Se Jesus não voltar antes, daqui uns 50 anos saberemos qual o resultado que essa “nova igreja” irá produzir. Saberemos se os frutos foram positivos ou não.

Bom, claro que a história acima não é verdadeira, mas ninguém garante que não possa se tornar real dentro de pouco tempo.

Quero te deixar uma pergunta, responda para você mesmo e avalie como tem vivido:

Se isso realmente fosse verdade, em qual das situações você estaria?

Está sendo produzido um curta-metragem que fala exatamente sobre isso, a perseguição religiosa que bate à nossa porta. Se você quiser conhecer melhor e ajudar nesse projeto, acesse https://www.catarse.me/pt/oito36

Que Deus nos abençoe para, que quando chegar esse tempo difícil, a nossa fé seja fortalecida e possamos honrar a Deus através de nossa vida ou morte

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