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A teologia de Mary Kay

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Por Thiago Schadeck,

Antes de qualquer coisa, quero deixar bem claro que não tenho nada contra a Mary Kay e suas consultoras/vendedoras, pois tanto a empresa quanto as funcionárias estão ganhando dinheiro de forma honesta. Porém tenho  conhecidas que vendem as produtos da Mary Kay e acompanho algumas de suas conversas e posts nas redes sociais e vejo que há muita coisa coincidente entre o que prometem a elas e o que é prometido em muitas empresas.

Na filosofia da Mary Kay, quanto mais vendedoras você conseguir trazer para trabalhar na empresa, mais você cresce em relação a cargo, podendo chegar a ser diretora nacional. Em muitas igrejas, o prêmio por trazer novos membros é ganhar cargos, podendo chegar a ser pastor, mesmo que não tenha chamado a pastorear. Nas igrejas em células isso fica muito nítido. Você participa de um grupo de doze e tem a responsabilidade de ajudá-lo a crescer, se você for um bom “ajudante” pode ter a sua própria célula e seus  doze. Se esses doze forem se multiplicando, você pode se tornar lider de muitas células, o que corresponderia a uma diretora regional da Mary Kay.

Na maioria das vezes, em ambos os casos, todo o esforço é empenhado com o interesse de se destacar dentre os demais e mostrar que é um vencedor.

As diretoras da Mary Kay ganham um carro cor-de-rosa, que representa a recompensa por seu trabalho bem feito, o prêmio por ter se dedicado fortemente à empresa e acima de tudo, o status de desfilar com aquele carro. Nas igrejas esse prêmio pode vir em forma de uma carteirinha de obreiro, pastor, líder de ministério e etc., pode vir em ter um lugar no altar, atrás do pregador. Em alguns casos, estampa o seu título no Facebook: “Pastor Fulano” ou posta as fotos das atividades eclesiásticas e mostra pra todo mundo quantas almas tem ganho pra Jesus.

O orgulho de andar no carro rosa e o de esbravejar aos quatro ventos o que tem feito para Deus tem a mesma motivação: VAIDADE. Querem ser reconhecidos pelas pessoas como alguém que faz sucesso e que está acima da média . A vaidade, ainda que oculta, é a motivação para tanto esforço para se alcançar os objetivos, pensando que quando atingidos, trarão satisfação, mas como diria o sábio Salomão: É correr atrás do vento!

Nas duas situações se a motivação maior não for o amor, logo o que era empolgação passa a ser fadiga e a sensação de que perdeu tempo e aplicou seus esforços no lugar errado será inevitável. A decepção para quem faz as coisas esperando os louros do sucesso é apenas uma questão de tempo!

Reflita!

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