A cultura do estupro e a cultura do Reino

2 comentários sobre “A cultura do estupro e a cultura do Reino”

  1. Oi, Letícia!
    Li seu texto com muita atenção e posso dizer que concordo com pelo menos 95% dele. Claro que qualquer ação sem consentimento é uma violência, não só no sexo. Claro que o estupro é repugnante, tanto penso assim que sou a favor da castração química em casos comprovados (ainda há muitas queixas falsas de estupro, para se vingar do cara) e creio que a mulher deva ser protegida, não só ela, mas a sociedade como um todo.
    Apenas esclarecendo a mensagem que quis passar com o texto é que as feministas (pelo menos a que tem aparecido nesses dias) querem se aproveitar desse caso para impor suas idéias e opiniões goela abaixo. Que não se importaram até agora (pelo menos com a mesma intensidade) se uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, se uma mulher foi estuprada em um acampamento do MST e etc. Critico a indignação seletiva.
    Por outro lado, sou muito mais duro na crítica ao lado que “faço parte”, que são os evangélicos, que vêem cenas lamentáveis como se pudessem estar alheios à tudo isso. Viver como se esse mundo fosse cor de rosa e a igreja estivesse aqui só pra se fechar em suas quatro paredes.
    Critico fortemente os evangélicos que acham que ela mereceu isso e que não se comovem não só com a dor dela, mas de tantas outras que passam por situações humilhantes, como apanhar do marido, por exemplo.

    Espero que você tenha compreendido e fique a vontade para comentar sempre que achar pertinente.

    Abraços

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