A PRIMEIRA PROMESSA DE JESUS AO APÓSTOLO PAULO

Promessas de Jesus, são paulo, aposto dos gentios

O apóstolo Paulo, até então Saulo, era um ferrenho perseguidor da Igreja, porém um dia ele teve um encontro pessoal com Jesus, na estrada à caminho de Damasco, quando teve sua vida transformada e se transformou em um dos maiores nomes do Cristianismo.

Entre esse encontro, que o deixou cego, e ele entender o que estava acontecendo e se entregar de vez ao Senhor, Paulo recebeu uma promessa de Jesus que não falhou um dia sequer em sua vida: o sofrimento!

“Pois eu mesmo vou mostrar a ele quanto deve sofrer pelo meu nome.” (Atos 9:16)

Se engana quem pensa que Jesus fez Paulo sofrer por uma vingança ao que ele já havia feito com os Cristãos, como se essa fosse uma forma de Deus puni-lo por suas atitudes pré-conversão. Pelo contrário, Jesus disse que Paulo era um “vaso escolhido para levar o seu nome aos gentios, reis e filhos de Israel” (Atos 9:15), portanto ele era alguém por quem Jesus tinha planos e uma missão.

É interessante observar que Paulo não reclamou dos seus sofrimentos, ao contrário, ele sabia que Deus também trabalhava através deles. Ele sabia ter abundância, mas também a padecer necessidades (Filipenses 4:12-13), que trazia no corpo as marcas de Cristo (Gálatas 6:16) e antes de morrer, decaptado, foi enfático ao dizer que combateu o bom combate, completou a carreira e guardou a fé (2 Timóteo 4:7).

Paulo entendeu que os sofrimentos trazem a certeza que Jesus está conosco todos os dias, o que gera a fé. Ele foi o que mais tempo passou preso e mais apanhou por conta de seu ensino, recebeu perseguição daqueles que antes o bajulavam, foi traído por companheiros de jornada e passou por maus bocados e ainda assim se manteve firme.

Os sofrimentos forjaram o caráter de Cristo no apóstolo Paulo. Por que seria diferente conosco?

Palavra Apostólica e Profética de Ano Novo

Estevão

A paz do Senhor!

* Esse texto deveria ter valido apenas para o ano de 2014, mas as coisas continuam tão iguais que vou reutilizá-lo!

Tal e qual as igrejas neopentecostais e simpatizantes, resolvemos atrelar um personagem bíblico ao próximo ano. A idéia surgiu de um post do Ruy Cavalcante no Facebook, portanto, todo o crédito é dele.

A bíblia relata a história de Estevão entre Atos 6:8 e Atos 8:2 e se você costuma ler a Palavra do Senhor já deve ter ouvido falar sobre ele.
Estevão foi um dos diáconos escolhidos pelos apóstolos para ajudá-los a administrar os trabalhos da igreja primitiva. Já em Atos 6:8 diz que Estevão era cheio de fé e poder, e que fazia prodígios entre o povo. Ele foi um dos homens que fizeram a diferença em sua época, pois os milagres aconteciam mediante pregação da Palavra e oração.

Estevão foi um homem a quem Deus deu muita sabedoria e o Espírito Santo o usava para pregar. Isto passou a ser um problema para ele, afinal isso despertou a inveja dos religiosos de sua época. Por Estevão pregar a verdade e ser usado pelo Senhor os religiosos não podiam resisti-lo ou desmascará-lo então tiveram a ideia de matá-lo. Nada diferente do que fazem hoje. Se nos atrevemos a mostrar que um religioso manipulador está pregando coisas que estão contra o que a Bíblia ensina, seus seguidores rapidamente nos cercam com as pedras nas mãos, esperando a ordem para nos intimidar e tentar calar a nossa voz.

Os religiosos moveram o povo e usaram de falsas testemunhas para provar que Estevão estava blasfemando. Exatamente como em nossos dias, os líderes manipulavam o povo a defendê-los e não a defender a Bíblia. Experimente escrever corrigindo alguma heresia dos líderes modernos e prepare-se para receber comentários do tipo: “quem você pensa que é pra falar assim do meu líder?”, “Seu endemoninhado, pare de julgar e vai ganhar almas, como o meu líder”, “Por que você não mostra seus frutos em vez de julgar esse homem de Deus?”.

No capítulo 7 de Atos, Estevão dá uma aula de Antigo Testamento e consequentemente da história dos Hebreus, que aqueles religiosos deveriam saber de cor e salteado. Em vez de eles se agradarem por ouvir a pregação da verdade vinda de um homem cheio do Espírito Santo e que estava pregando o reino de Deus, eles ficaram furiosos por verem em Estevão um perigo, visto que certamente ele tomaria o lugar daqueles líderes no respeito dado pelo povo àqueles homens.

No capitulo 7, versículo 48 ele disse a frase que foi a gota d’água para aqueles religiosos: “O altíssimo não habita em templos feitos por mãos humanos”. Assim como hoje, o templo era idolatrado e acreditavam que ali era o lugar de adorar a Deus. Impressionante como em quase dois mil anos nada mudou! Estevão cometeu o mais grave pecado, aos olhos dos religiosos, dizer que Deus era onipresente e que não é no templo ou no monte que devemos adorá-lo, mas em todo o tempo com a nossa vida. Sem reservas.

Quanto mais Estevão mostrava a verdade, mais o ódio dos religiosos aumentava. Eles não se interessavam pela verdade e sim pelo status que seus cargos proporcionavam. Se alguém fizesse alguma coisa que saia da “cartilha” dos religiosos era considerado blasfemo, simples assim.

Pela perseverança de Estevão, ele teve uma visão impar nas escrituras: Enquanto levava as pedradas e estava para morrer, viu os céus abertos e o Filho do homem em pé a direita de Deus. Todas as visões de Cristo na Bíblia se referiam a ele assentado no trono, mas Estevão viu o que até então nunca ninguém tinha visto e antes de morrer, faz uma belíssima oração: Pai, não os impute este pecado.

Assim como Estevão, que em nesse novo ano, aprendamos pregar a verdade, doa a quem doer. Que sejamos a diferença nesse mundo evangélico, tão raso e tão vazio de uma Palavra da Verdade. Que em Nome de Jesus, sejamos ousados para defender a sã doutrina como somos para defender o nosso time de futebol ou nosso cantor favorito. Sempre em amor e buscando a salvação daqueles a quem pregamos!

E aos que tentam se opor à Verdade pregada, vai um aviso: NÃO SÃO PEDRADAS QUE VÃO NOS PARAR, porque para nós é mais importante agradar a Deus que aos homens.

Que Deus te abençoe e que nos engajemos nessa luta pelo Evangelho Puro e Simples!