Jesus revelado no Salmo 23

Jesus no Salmo 23 A maioria dos cristãos conhece o Salmo 23. Sim, aquele que revesa com o Salmo 91 aberto em cima da estante para trazer “proteção”. Mas o que pouca gente se atenta é que ele revela, quase que explicitamente, o nosso Salvador. A cada versículo do Salmo 23, o salmista mostra uma característica de Cristo.

Jesus, o Bom Pastor!

Salmos: 23:1 – O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta.   João: 10:11 – Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

Jesus, Nosso descanso!

Salmos: 23:2-3 – Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranquilas; restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome. Mateus: 11:28-29 “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. 30. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.

Jesus, nossa tranquilidade em meio às dificuldades!

Salmos 23:4 – Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. João 14:27 – Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo.

Jesus, nossa unção!

Salmos 23:5 – Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice.    Marcos: 14. 3-9 – Jesus é ungido em Betânia, a mulher que derramou o perfume nele o preparava para o sepultamento. Isso aconteceu diante  de todo o povo, inclusive os que queriam matá-lo. Mateus 26:39 – Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres”.

Jesus, nosso companheiro!

Salmos 23:6 – Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver. Mateus: 28:19 – 20 –  “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”. João 14:2-3 – Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. E se eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver.
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O Jesus da Páscoa

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Por Thiago Schadeck,

Estamos nos aproximando da páscoa e consequentemente volta à baila o assunto da morte e ressurreição de Cristo. É a oportunidade de anunciarmos ao mundo que Cristo, nosso Salvador, se entregou por nós, morreu na cruz do Calvário e , vertendo seu sangue puro, nos salvou. O problema é que muitos crentes, com anos e anos de igreja, não sabem explicar sequer as implicações básicas da morte de Cristo.

A páscoa para os cristãos evangélicos não é anual como para os demais, nossa páscoa é mensal, representada na ceia. Nosso cordeiro pascal, Cristo (João 1:29) tira o pecado do mundo, foi morto antes da fundação do mundo (Apocalipse 13:8), e que voltará para buscar a Sua Igreja (Apocalipse 3:11 e 22:12). A ceia é muito mais que um “teatro” sobre a última reunião de Cristo com seus discípulos, ela é a o anuncio da morte salvífica de Cristo e a esperança de Sua iminente volta.

Cristo é o Cordeiro imaculado (1 Pedro 1:19-20) que em um único e perfeito sacrifício  (Hebreus 10:12) pagou a nossa dívida e cravou na cruz, anulando assim toda escrita que nos era contrária (Colossenses 2:14), despojou os principados e potestades, triunfando em si mesmo (Colossenses 2:15).

Quando Jesus ressucita, ao terceiro dia, ele anuncia sua vitória sobre a morte e o inferno (Apocalipse 1:18), agora nada mais pode nos separar do amor de Deus em Cristo (Romanos 8:38-39). Deus nos comprou pelo sangue de Jesus vertido na cruz (1 Corintios 6:20) e, por Cristo, temos paz com Deus.

Graças ao nosso Senhor, crucificado e morto, mas ressurreto ao terceiro dia, temos a esperança da salvação eterna. O sepulcro está vazio e Cristo reina em Sua glória!

Que Deus nos abençoe!

O amor de muitos se esfriará

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Por Thiago Schadeck

Como Jesus havia profetizado há dois mil anos, o amor de muitos tem se esfriado (Mateus 24:12). Mas o pior de tudo nessa história é que o amor dos que se dizem cristãos está esfriando, pessoas que deveriam ser o exemplo de amor, tem se tornado exemplo de indiferença. Sem qualquer sentimento pela dor do próximo, sem nenhum remorso em compartilhar ofensas à outras pessoas.
Ainda não consigo entender como alguns que se dizem cristãos pensarem que bandido bom é bandido morto. Por essa pseudo – justiça nós também deveríamos ser condenados, afinal não fomos nós que pagamos pelos nossos pecados e sim Cristo, na cruz do Calvário.
Não entra em minha cabeça os cristãos defendendo o aborto, mas esses eu até sei por que tem tal posição, eles não lêem a Bíblia. Se lessem saberiam que quando Maria, mãe de Jesus, foi visitar sua prima Isabel, os bebês se mexeram dentro de seus úteros. A vida não começa no nascimento e sim na concepção. Entendamos isso como Ana, mãe do profeta Samuel, cantou em 1 Samuel 2: “O Senhor que faz nascer e faz descer à sepultura”.
Não entendo como os tais cristãos compartilham, sem qualquer peso na consciência, vídeos de polícia matando bandido, de acidentes terriveis e, como aconteceu ontem, supostas fotos e vídeos do resgate do cantor Cristiano Araújo, que infelizmente faleceu.
Crentes que conseguem filmar em seus celulares as piores tragédias sem tremer. Filmam suicídios e espalham rapidamente pelas redes sociais, sem se preocupar com a família dessas pessoas.
Cristãos que não se informam se a noticia que estão compartilhando em seu Facebook é, de fato, verdadeira e fazem um linchamento moral, acabando com a reputação da pessoa.

É,  parece que o amor das pessoas do mundo já esfriou há tempos e o da igreja toma o mesmo rumo destruidor.
Creio que isso aconteça por culpa nossa, de nossa liderança que prefere nos trazer mensagens de autoajuda em vez do alimento sólido, que perde horas com revistinhas que ensinam a visão da igreja e mal ensinam a Bíblia. Que nos induzem a cultos com três horas de louvor e quinze minutos, quando muito, de pregação  (com direito a contar uma historinha no meio).

Talvez seja a hora de voltarmos aos pilares da Reforma: Sola Gratia, Sola Scriptura, Sola Fide, Solo Christus, Soli Deo Gloria.

Resumindo: Apenas pela Graça de Deus temos a revelação da Palavra de Deus através das Escrituras que nos desperta a verdadeira e que nos trás a consciência que somente em Cristo alcançamos a salvação para a Glória exclusiva de Deus.

Vivamos de o amor verdadeiro e que Cristo seja visto através de nossas atitudes. Que através dos cristãos as pessoas tenham desejo em saber quem é esse Deus que nós servimos.

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Os Cristãos e o filme Noé

 

Noé

Por Thiago Schadeck

 

Nos últimos dias os cristãos tem invadido as salas de cinema para assistir o badalado e comentado filme “Noé”. Como os produtores previam, o filme fez muito sucesso e está em destaque absoluto nas redes sociais. Isso se deve ao fato de muitos crentes terem ido ao cinema esperando uma ilustração fiel do que a Bíblia descreve como o fim do mundo, mas ao assistir o filme perceberam que os autores não tiveram qualquer fidelidade às Escrituras e pior, chegaram a beirar a blasfêmia.
Concordo que os cristãos que se sentiram lesados com a história cinematográfica devem, sim, emitir suas opiniões e reclamar, afinal ir ao cinema está muito caro hoje em dia.

O problema começa quando exigimos uma fidelidade bíblica e coerência teológica inconcebível para Hollywood e não temos a mesma atitude com as pregações que assistimos e músicas que ouvimos. Quantas vezes assistimos a uma pregação de uma hora e sequer abrimos a Bíblia, seja por preguiça ou porque o pregador decidiu não utilizá-la?

Abaixo, vou listar algumas frases, que dão título à pregações e em seguida “louvores” que cantamos pensando que estamos agradando a Deus:

“Quem tem promessa de Deus não morre”
Sinceramente, eu gostaria muito de saber quem inventou essa bobagem. Com certeza quem começou com isso nunca leu a Bíblia toda e em especial o capítulo 11 de Hebreus, conhecido como “a galeria dos heróis da fé”. Acho muito difícil que algum cristão nunca tenha lido esse capítulo, pois é um dos mais conhecidos da Bíblia. De qualquer forma, vamos à refutação:

Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. (Hebreus 11:13)

Claro que vai surgir a pergunta: Mas Hebreus 11 fala de pessoas que alcançaram as promessas! Sim, muitos alcançaram o que lhes havia sido prometido, mas isso não significa que todos os que receberam qualquer promessa ficaram vivos para recebê-las.

“Os sonhos de Deus… ”
Essa frase pode se enquadrar tanto em pregações como em músicas. Não sei quem começou com isso, mas uma coisa é fato, essa frase fere um dos maiores atributos de Deus, a sua Soberania! Deus não fica sonhando e torcendo pra que tudo dê certo no final, pois ele sonhou mas não tem qualquer poder para realizá-los.
Isso é um dos pontos do Teismo Aberto ou Teologia Liberal, que defende que Deus não conhece o futuro, que não pode fazer qualquer intervenção, porque criou a terra e o ser humano e os deixou abandonados à sua própria sorte para, quem sabe, se encontrar com ele no final de tudo.

Se lermos o livro de Jó, completo e não apenas os quatro primeiros e o último capítulos, veremos que nas coisas boas e ruins Deus estava no controle e ajudando Jó a perseverar, ele não estava alheio ao sofrimento do seu servo. Vamos ver o que o próprio Jó fala acerca da soberania de Deus:

Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido (Jó 42:2)
 

“O melhor de Deus ainda está por vir”
Essa frase tão dita como motivação quando as pessoas estão passando por alguma dificuldade, afronta brutalmente nosso Senhor Jesus. O melhor de Deus já veio e atende pelo nome de Jesus, o Cristo! Enquanto ficamos esperando o “melhor” de Deus, esquecemos de tudo o que Ele já fez por nós e pela salvação através da graça trazido por Cristo.
Além do desprezo ainda há um outro problema nessa frase, ela pode causar um descontentamento eterno, porque sempre ficamos esperando o melhor de Deus e nunca nos conformamos com o que já recebemos, tendo em vista que sempre há algo melhor da parte de Deus para nós!
Essa frase ficaria mais biblicamente correta se fosse: O melhor de Deus já está pra voltar!

Partindo para o lado musical, teremos de resumir, pois é um campo vasto de bobagens e heresias:

“A minha vitória hoje tem sabor de mel”
A vitória do cristão foi conquistada na Cruz do Calvário, quando Cristo derrotou Satanás e nos comprou com seu sangue, trazendo assim a esperança da salvação aos homens. Tenho certeza que para Cristo a Cruz e a vitória dele não tinham sabor de mel. Em seus últimos dias de vida, Jesus foi traído por um de seus discípulos, outros dez o abandonaram quando ele foi crucificado e antes de morrer, o Pai o abandona para morrer sozinho e pagar pelos pecados da humanidade. Acredito que Cristo não sentiu sabor de mel em sua vitória.

Vejamos as palavras do próprio Jesus acerca dos acontecimentos que teria de passar:

E disse-lhes: A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui, e vigiai. (Marcos 14:34)
 

“Restitui, quero de volta o que é meu…”
Essa música fez muito sucesso no início dos anos 2000 e até hoje é uma das mais tocadas nas igrejas evangélicas. Eu mesmo comprei o CD e cantei muito, porém se prestarmos atenção na letra veremos que é uma música totalmente egocêntrica e anti-bíblica! Vejamos alguns motivos:

– Nenhum ser humano pode exigir qualquer coisa de Deus. Nós somos os servos e Ele o Senhor. Ele faz o que quer, quando quer e como quer, sem obrigação nenhuma de atender nossas vontades egoístas.

– O que é nosso? Tudo o que temos vem do Senhor. Dele é a terra e a sua plenitude (Salmos 24:1) e porque dele, por Ele e para Ele são todas as coisas (Romanos 11:36). O Senhor, nosso Deus é soberano!

Concluindo, se você exige fidelidade bíblica do filme de Hollywood e gosta desse tipo de pregação ou música, é hora de rever seus conceitos e começar a exigir a mesma fidelidade de si mesmo, buscando conhecer mais o Deus das Escrituras e não o pregado nas igrejas de autoajuda, depois exigir que na sua igreja a Palavra seja pregada em verdade, se baseando somente nas sagradas escrituras e que os louvores exaltem e adorem unicamente a Cristo. Se todos os inconformados com o filme fizerem um pouquinho e mostrar que quer se alimentar de uma palavra pura, sem adicionar modismos ou frases de efeito com certeza teremos uma nova reforma protestante e voltaremos ao Evangelho Puro e Simples de Cristo.

Que Deus te abençoe e que esse texto te faça refletir na sua vida como cristão se tem se apegado a verdade ou ao que te agrada!

 

 

Carta de Campina Grande – O compromisso da Igreja com o Evangelho Genuino

Na noite de encerramento do 16º Encontro para a Consciência Cristã, nesta terça-feira (04/03/2014), todos os 32 preletores do evento lançaram um documento, a “Carta de Campina Grande”. Nele, os palestrantes reafirmam e reasseguram o seu compromisso com o genuíno Evangelho de Cristo, sua defesa e sua pregação por todo o Brasil e todo o mundo.
 
Nós, do Pregando a Verdade, concordamos em 100% com essa carta e assumimos o compromisso de buscar viver esse evangelho com todas as nossas forças! Continuar lendo

Palavra Apostólica e Profética de Ano Novo

Estevão

A paz do Senhor!

* Esse texto deveria ter valido apenas para o ano de 2014, mas as coisas continuam tão iguais que vou reutilizá-lo!

Tal e qual as igrejas neopentecostais e simpatizantes, resolvemos atrelar um personagem bíblico ao próximo ano. A idéia surgiu de um post do Ruy Cavalcante no Facebook, portanto, todo o crédito é dele.

A bíblia relata a história de Estevão entre Atos 6:8 e Atos 8:2 e se você costuma ler a Palavra do Senhor já deve ter ouvido falar sobre ele.
Estevão foi um dos diáconos escolhidos pelos apóstolos para ajudá-los a administrar os trabalhos da igreja primitiva. Já em Atos 6:8 diz que Estevão era cheio de fé e poder, e que fazia prodígios entre o povo. Ele foi um dos homens que fizeram a diferença em sua época, pois os milagres aconteciam mediante pregação da Palavra e oração.

Estevão foi um homem a quem Deus deu muita sabedoria e o Espírito Santo o usava para pregar. Isto passou a ser um problema para ele, afinal isso despertou a inveja dos religiosos de sua época. Por Estevão pregar a verdade e ser usado pelo Senhor os religiosos não podiam resisti-lo ou desmascará-lo então tiveram a ideia de matá-lo. Nada diferente do que fazem hoje. Se nos atrevemos a mostrar que um religioso manipulador está pregando coisas que estão contra o que a Bíblia ensina, seus seguidores rapidamente nos cercam com as pedras nas mãos, esperando a ordem para nos intimidar e tentar calar a nossa voz.

Os religiosos moveram o povo e usaram de falsas testemunhas para provar que Estevão estava blasfemando. Exatamente como em nossos dias, os líderes manipulavam o povo a defendê-los e não a defender a Bíblia. Experimente escrever corrigindo alguma heresia dos líderes modernos e prepare-se para receber comentários do tipo: “quem você pensa que é pra falar assim do meu líder?”, “Seu endemoninhado, pare de julgar e vai ganhar almas, como o meu líder”, “Por que você não mostra seus frutos em vez de julgar esse homem de Deus?”.

No capítulo 7 de Atos, Estevão dá uma aula de Antigo Testamento e consequentemente da história dos Hebreus, que aqueles religiosos deveriam saber de cor e salteado. Em vez de eles se agradarem por ouvir a pregação da verdade vinda de um homem cheio do Espírito Santo e que estava pregando o reino de Deus, eles ficaram furiosos por verem em Estevão um perigo, visto que certamente ele tomaria o lugar daqueles líderes no respeito dado pelo povo àqueles homens.

No capitulo 7, versículo 48 ele disse a frase que foi a gota d’água para aqueles religiosos: “O altíssimo não habita em templos feitos por mãos humanos”. Assim como hoje, o templo era idolatrado e acreditavam que ali era o lugar de adorar a Deus. Impressionante como em quase dois mil anos nada mudou! Estevão cometeu o mais grave pecado, aos olhos dos religiosos, dizer que Deus era onipresente e que não é no templo ou no monte que devemos adorá-lo, mas em todo o tempo com a nossa vida. Sem reservas.

Quanto mais Estevão mostrava a verdade, mais o ódio dos religiosos aumentava. Eles não se interessavam pela verdade e sim pelo status que seus cargos proporcionavam. Se alguém fizesse alguma coisa que saia da “cartilha” dos religiosos era considerado blasfemo, simples assim.

Pela perseverança de Estevão, ele teve uma visão impar nas escrituras: Enquanto levava as pedradas e estava para morrer, viu os céus abertos e o Filho do homem em pé a direita de Deus. Todas as visões de Cristo na Bíblia se referiam a ele assentado no trono, mas Estevão viu o que até então nunca ninguém tinha visto e antes de morrer, faz uma belíssima oração: Pai, não os impute este pecado.

Assim como Estevão, que em nesse novo ano, aprendamos pregar a verdade, doa a quem doer. Que sejamos a diferença nesse mundo evangélico, tão raso e tão vazio de uma Palavra da Verdade. Que em Nome de Jesus, sejamos ousados para defender a sã doutrina como somos para defender o nosso time de futebol ou nosso cantor favorito. Sempre em amor e buscando a salvação daqueles a quem pregamos!

E aos que tentam se opor à Verdade pregada, vai um aviso: NÃO SÃO PEDRADAS QUE VÃO NOS PARAR, porque para nós é mais importante agradar a Deus que aos homens.

Que Deus te abençoe e que nos engajemos nessa luta pelo Evangelho Puro e Simples!