Jesus revelado no Salmo 23

Jesus no Salmo 23 A maioria dos cristãos conhece o Salmo 23. Sim, aquele que revesa com o Salmo 91 aberto em cima da estante para trazer “proteção”. Mas o que pouca gente se atenta é que ele revela, quase que explicitamente, o nosso Salvador. A cada versículo do Salmo 23, o salmista mostra uma característica de Cristo.

Jesus, o Bom Pastor!

Salmos: 23:1 – O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta.   João: 10:11 – Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

Jesus, Nosso descanso!

Salmos: 23:2-3 – Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranquilas; restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome. Mateus: 11:28-29 “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. 30. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.

Jesus, nossa tranquilidade em meio às dificuldades!

Salmos 23:4 – Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. João 14:27 – Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo.

Jesus, nossa unção!

Salmos 23:5 – Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice.    Marcos: 14. 3-9 – Jesus é ungido em Betânia, a mulher que derramou o perfume nele o preparava para o sepultamento. Isso aconteceu diante  de todo o povo, inclusive os que queriam matá-lo. Mateus 26:39 – Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres”.

Jesus, nosso companheiro!

Salmos 23:6 – Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver. Mateus: 28:19 – 20 –  “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”. João 14:2-3 – Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. E se eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver.

A oração do Pai Nosso da igreja moderna.

Por Thiago Schadeck.

Uma das coisas mais vistas ultimamente nas igrejas é a bíblia ser distorcida e fazerem ela falar aquilo que nunca disse. Usam textos totalmente fora de seus contextos para ficar mais fácil de manipular o povo. Ensinam as pessoas a servirem, mas na verdade querem ser servidos. Ensinam as pessoas a dar, mas retém até o que não lhes pertence. Ensinam as pessoas a serem mansas enquanto são ferozes. Ptincipalmente, exigem submissão de seu rebanho e não se submetem à autoridade de Deus.Imagine se a oração do Pai Nosso, ensinada por Jesus fosse ensinada pelo líder de uma dessas igrejas! Seria mais ou menos assim:

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p style=”line-height:25px;font-size:18px;”>Servo nosso que está nos céus
Louvado e conhecido seja o nosso nome
Venha a nós as riquezas do seu Reino
E seja feito conforme determinamos
Aqui na terra como ordenamos ao céu
As riquezas profetizadas, dá-nos hoje
Entendes as nossas ofensas, mas
Pesa a mão naqueles que tem nos ofendido
Faça conforme manda nosso coração e
Deixe-nos afundar naquilo que é mau
Pois queremos teu poder, Reino e glória para sempre
“À mim”

Pesada essa “oração” não é? O problema é que infelizmente ela é muito mais verdadeira que 97% das que vemos nos progamas gospel do rádio e da televisão. Quando ensinam o povo a “alcançar as bênçãos” eles usam palavras mais brandas para dizer que Deus deve serví-los, conforme seus enganosos corações.

O que conforta é saber que apesar de tudo, Deus ainda está no controle e nada foge de seu domínio. A Igreja Verdadeira continua santa e imaculada aguardando ansiosamente a volta de Jesus!

Você ainda não compreendeu o Evangelho se…

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Por Thiago Schadeck

Segundo o último censo do IBGE, em 2010, o Brasil tinha, à época, 50 milhões de evangélicos. Hoje, creio que há muito mais. Somos cerca de 25% de toda a população. Claro que com esse crescimento, foi se embora aquele esteriótipo que crente é alguém pobre, com pouco estudo, fanático e ignorante. Sim, ainda existem muitos desses, mas estão muito diluidos dentre os demais grupos. Tem pobres, ricos, analfabetos, estudados, bem educados, sem educação, enfim, todo tipo de gente.

Acontece que com o inchaço da igreja – à diante você perceberá que não houve crescimento – as pessoas aderem a um novo tipo de pensamento, mas quase nunca ao verdadeiro Evangelho. Sabem de cór e saltiado as letras das músicas, mas demoram para encontrar o livro de João na Bíblia. Não conhecem as histórias bíblicas e nem o Cristo apresentado pelas Escrituras, só o da igreja. São analfabetos bíblicos!

A nossa geração de crentes se assemelha muito ao mordomo da Rainha de Candace (Atos 8:26-40), que voltava de Jerusalem, onde havia ido adorar a Deus, lendo as escrituras, porém sem entender nada. É idêntico a milhares de crentes atuias que vão à igreja, adoram a Deus e lêem a Biblia sem entendê-la. São rasos e incapazes de transmitir àquilo que crêem a alguém. Não é raro alguém não saber falar de Cristo a um necessitado e levá-lo ao pastor e delegar-lhe a responsabilidade.

Crentes com mais de 10 anos de convertidos e que não conhecem, de fato, a Deus. O Senhor é alguém distante e pouco intimo. Mal sabem explicar porque estão na igreja, quase sempre porque precisam de algo que julgam poder alcançar apenas por uma intervenção divina. E não é a salvação!

Vejamos alguns pontos que demonstram desconhecimento sobre o Evangelho verdadeiro:

Se você pensa que determina aquilo que Deus deve fazer:
Com o inchaço da igreja evangélica ocorreu um fenômeno antibiblico e demoníaco, os homens passaram a querer mandar em Deus. Não é raro ouvir em uma igreja neopentecostal que você deve exigir, decretar e determinar aqulilo que Deus deve fazer.
O Senhor é o criador de tudo, inclusive do ser humano. Se você acha mesmo que pode dizer a Deus o que Ele deve fazer, sugiro que antes se prepare para responder as perguntas que ele fez a Jó (Jó 38:4-41) ou se preferir, responda apenas a pergunta feita pelo apóstolo Paulo:
“Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.” (1 Coríntios 2:16)
Ninguém é capaz de aconselhar a Deus acerca do que é melhor. Ter a mente de Cristo é exatamente o contrário, é submeter-se totalmente à vontade do Pai (Filipenses 2, Mateus 26:39)

Se você pensa que o Diabo tem poder sobre a sua vida:
Tem crentes convertidos há anos e que ainda pensam que Satanás pode fazer o que quiser com suas vidas. Certamente não foram bem instruídos biblicamente. São neuróticos e vêem a ação do Diabo em tudo, mas sequer conseguem ver o agir de Deus no seu dia a dia. Alguém realmente salvo, que teve um encontro verdadeiro com Cristo, que tem o Espírito Santo habitando em si, tem a plena convicção de que maior é o que está em nós.
Para exemplificar bem isto, podemos usar a história de Jó. Deus não permitiu que o Diabo fosse além daquilo que Ele havia autorizado. O Senhor, apesar de permitir o sofrimento de Jó, não o abandonou à sua própria sorte em momento algum, Deus não mandou Jó se virar com o Diabo, mas supervisionou tudo em todo o tempo.
Além disso, Cristo venceu o inimigo na cruz:
“E a vós, quando estáveis mortos nos vossos delitos e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-nos todos os delitos; e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; e, tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz.” (Colossenses 2:13-15)
Quando aqueles que rodeavam a cruz pensavam que o Salvador havia sido derrotado, Cristo, na verdade, estava alcançando a maior vitória da humanidade: a vitória sobre a morte e o pecado! Depois da cruz a possibilidade de salvação se tornou real, agora todos tem acesso à Deus. O véu está rasgado!

Se você pensa que a oração de uns é mais poderosa que de outros:
Basta ligar o rádio ou a tevê para encontrar pastores alegando que farão uma oração especial ou forte para você, porque eles têmse consagrado para buscar a sua vitória e assim Deus te atenderá. Isso é MENTIRA!
Deus não se comove com essas coisas e nem permite terceirizarmos a nossa fé. Temos de entender a diferença entre intercessão e transferência de responsabilidade. Na intercessão alguém me ajuda em oração, o que é correto e bíblico. Devemos participar dos sofrimentos de nossos irmãos, mas isso não nos dá o direito de transferir a responsabilidade da luta em oração a outra pessoa. Seja quem for!
E aos que defendem à pratica porque crêem que Deus ouve mais aos seus queridinhos, proponho que leia a parábola do Fariseu e o Publicano, contada por Jesus em Lucas 18:10-14. O justificado da história não foi o religioso arrogante que pensava ter uma linha direta com Deus, mas o pecador confesso e humilhado.
Davi escreveu no Salmo 34:18:
“Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito.”
Deus não se ilude com nossos biquinhos de choro e sentimentalismo barato. Ele vê o nosso coração e sabe o quão quebrantados estamos.

Se você pensa que sua oferta compra o favor de Deus:
Diariamente as estações gospel transmitem centenas de testemunhos de pessoas que alcançaram alguma bênção após se associar a um projeto de ofertas para manter a programação no ar. Vendem isso como se a forma de ter o favor de Deus fosse comprando. É o espírito de Simão, o mágico, perambulando em meio às igrejas. Se você não sabe quem foi Simão, não Pedro, mas o mágico, leia Atos 8:9-25 e compreenderá a história.
Resumidamente, os apóstolos passaram pregando por várias cidades, em uma delas Simão ouviu a mensagem do Evangelho e passou a segui-los. Chegou a se batizar e acompanhar os apóstolos pelo caminho – tornou-se crente! Certo momento, ao ver os milagres sendo operados pelos apóstolos, Simão teve uma idéia brilhante: oferecer dinheiro para obter o mesmo poder. Infelizmente ele não contava que faria a proposta a um homem de Deus e não a um corrupto, como os que vemos hoje. A resposta de Pedro, o Simão cristão da história, foi clara e direta: “Mas disse-lhe Pedro: Vá tua prata contigo à perdição, pois cuidaste adquirir com dinheiro o dom de Deus.” (Atos 8:20)
Lamentavelmente hoje há muitos oferecendo o poder de Deus nas banquinhas de camelô dos púlpitos. Esqueceram apenas que Deus não aceita suborno (2 Crônicas 19:7).
Como um ser humano imagina que poderia mover o coração do dono do ouro e da prata, usando dinheiro? TUDO É DELE!

Se você pensa que há pecados mais graves que outros:
Os crentes se especializaram em categorizar os pecados. Uns são considerados leves, outros extremamente pesados, alguns imperdoáveis. A Bíblia é explícita em dizer que o único pecado sem perdão é a blasfêmia contra o Espírito Santo. Todos os outros são pecados iguais e capazes de nos levar ao inferno, caso não haja arrependimento verdadeiro.
Por que ainda insistimos em condenar homossexuais, mas fingimos não ver a mentira que contamos? Por que o adultério é tão grave aos nossos olhos, mas a inveja é tratada como uma mera admiração?  Por que temos os católicos como idólatras, mas ai de quem falar do nosso líder?
No frigir dos ovos, pecado grave é aquele que o outro pratica, os meus Deus releva porque sabe que sou pecador arrependido. É sempre mais fácil condenar o outro pelo pecado diferente do meu. Difícil mesmo é abandonar os meus e imitar a Cristo.

Existem vários outros pontos que demonstram o desconhecimento ao Evangelho verdadeiro e oro para que Deus nos ilumine e mostre se o que temos seguido é realmente o Caminho ensinado por Ele. Cristo é o modelo perfeito, o imitemos e certamente seremos pessoas muito melhores.
Que a revolta com o pecado comece por nós mesmos, depois pela nossa igreja e por fim, a sociedade que não conhece a Deus. Se formos como Jesus, enxergaremos uma alma necessitada de salvação por trás do pecado e não o contrário.  Haverá mais compaixão com os que perecem.

O Jesus da Páscoa

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Por Thiago Schadeck,

Estamos nos aproximando da páscoa e consequentemente volta à baila o assunto da morte e ressurreição de Cristo. É a oportunidade de anunciarmos ao mundo que Cristo, nosso Salvador, se entregou por nós, morreu na cruz do Calvário e , vertendo seu sangue puro, nos salvou. O problema é que muitos crentes, com anos e anos de igreja, não sabem explicar sequer as implicações básicas da morte de Cristo.

A páscoa para os cristãos evangélicos não é anual como para os demais, nossa páscoa é mensal, representada na ceia. Nosso cordeiro pascal, Cristo (João 1:29) tira o pecado do mundo, foi morto antes da fundação do mundo (Apocalipse 13:8), e que voltará para buscar a Sua Igreja (Apocalipse 3:11 e 22:12). A ceia é muito mais que um “teatro” sobre a última reunião de Cristo com seus discípulos, ela é a o anuncio da morte salvífica de Cristo e a esperança de Sua iminente volta.

Cristo é o Cordeiro imaculado (1 Pedro 1:19-20) que em um único e perfeito sacrifício  (Hebreus 10:12) pagou a nossa dívida e cravou na cruz, anulando assim toda escrita que nos era contrária (Colossenses 2:14), despojou os principados e potestades, triunfando em si mesmo (Colossenses 2:15).

Quando Jesus ressucita, ao terceiro dia, ele anuncia sua vitória sobre a morte e o inferno (Apocalipse 1:18), agora nada mais pode nos separar do amor de Deus em Cristo (Romanos 8:38-39). Deus nos comprou pelo sangue de Jesus vertido na cruz (1 Corintios 6:20) e, por Cristo, temos paz com Deus.

Graças ao nosso Senhor, crucificado e morto, mas ressurreto ao terceiro dia, temos a esperança da salvação eterna. O sepulcro está vazio e Cristo reina em Sua glória!

Que Deus nos abençoe!

7 Maneiras de Combater o Evangelho da Prosperidade

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Por Sugel Michelén

14 de Abril de 2014 

“Ser pobre é pecado” (Robert Tilton).

“Se agradarmos a Deus, seremos ricos” (Jerry Savelle).

“Deus quer que seus filhos vistam as melhores roupas, […] dirijam os melhores carros e tenham o melhor de tudo; apenas peça o que precisa” (Kenneth Hagin, Sr.).

Essas são afirmações desconcertantes, porém comuns dos pregadores do “evangelho da prosperidade”. O deus deles é uma espécie de empreendedor cósmico que pode ser usado através dos dízimos e das ofertas para alcançar o que realmente importa: uma vida próspera em termos meramente terrenos.

“Foge também destes”

Paulo nos constrange a ficar longe de “pessoas que têm a mente corrompida e que são privados da verdade, os quais pensam que a piedade é fonte de lucro” (1Tm 6.5). E em sua segunda carta a Timóteo, ele adverte seu filho na fé que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, […] mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes!” (2Tm 3.1-5).

Pedro também nos avisa que, assim como houve falsos profetas entre o povo de Deus na antiga aliança, “surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. Muitos seguirão os caminhos vergonhosos desses homens e, por causa deles, será difamado o caminho da verdade. Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram” (2Pe 2.1-3; cf. Jd 11-16).

Infelizmente, apesar dos avisos claros das Escrituras, o evangelho da prosperidade possui um enorme e crescente grupo de seguidores. Isso não é difícil de entender, visto que a mensagem apela tão diretamente à nossa ganância natural. Ainda assim, é triste e desconcertante ver que tantas pessoas permanecem no movimento por um longo tempo, até mesmo por toda a vida, uma vez que os pregadores não são capazes de cumprir suas promessas.

A psicologia do evangelho da prosperidade

Por que o evangelho da prosperidade é tão atraente? Como ele ganha e mantém seguidores? Eu recentemente conversei com um irmão que esteve envolvido no movimento por 10 anos, que lançou alguma luz sobre a psicologia do evangelho da prosperidade.

    1. Um deus facilmente manipulado

O evangelho da prosperidade é atraente porque nos oferece um deus facilmente manipulado. Apesar dos ataques dos ateístas militantes nas últimas décadas, o homem não pode eliminar do seu coração a ideia de Deus, porque Deus deixou evidências de sua presença em toda a criação e deu ao homem a capacidade de entender essa evidência (Rm 1.18-21). O que torna o evangelho da prosperidade atraente para o homem caído é que ele parece colocar Deus do seu lado, eliminando o obstáculo da sua santidade e soberania.

O deus desses evangelistas não é aquele revelado nas Escrituras, de quem devemos nos aproximar segundo as condições que ele estabeleceu. Em vez disso, o deus deles é uma combinação do gênio da lâmpada de Aladim com um psiquiatra todo-poderoso, que pode ser facilmente manipulado através de ofertas e “palavras de fé”.

    1. Culpa e ganância

Segundo, o evangelho da prosperidade atrai as pessoas porque ele cria um ciclo de culpa e ganância. Quando as ofertas de riquezas ou saúde demoram para se materializar, as pessoas culpam a si mesmas por sua falta de fé ou por não serem generosas o suficiente. Essa culpa, combinada com a ganância em seus corações, as mantém agarradas às promessas desses falsos evangelistas, assim como o viciado em jogatina volta ao cassino diversas vezes esperando que um dia terá sorte.

    1. Temor religioso

Tais “evangelistas” tendem a inculcar temor religioso em seus seguidores para que eles não ousem questionar “o ungido do Senhor”. Isso impede a capacidade de seus ouvintes de objetivamente analisar o conteúdo da mensagem e a dicotomia evidente entre o estilo de vida deles e o modelo apresentado pelas Escrituras, sobre como o ministro do evangelho deve viver (1Co 4.9-13; 2Co 4.7-11, 11.23-28).

    1. Mordomia traz prosperidade

Outro fator que sustenta a propagação desse falso evangelho é que alguns experimentam, de fato, um grau de prosperidade financeira como consequência de colocar em prática princípios gerais de boa administração que aprendem em tais igrejas. Isso parece confirmar a legitimidade da mensagem que, por sua vez, aumenta a ganância em seus corações, pois “quem ama o dinheiro jamais dele se farta” (Ec 5.10).

Instruções para imunização

Como podemos imunizar nossos ouvintes contra essa ameaça? Eu tenho sete sugestões.

  1. Ensine-os a ler a Bíblia em seu contexto. Os pregadores da prosperidade citam as Escrituras, especialmente o Antigo Testamento, mas negligenciam os contextos geral e imediato dos textos que citam.
  2. Apresente claramente as exigências do evangelho (Mc 1.14-15; At 2.38, 3.19, 26) e o verdadeiro discipulado (Mc 8.38-37; Lc 14.25-33; Fp 1.29).
  3. Inculque neles o espírito dos bereianos (At 17.11). Uma coisa é respeitar a autoridade pastoral (Hb 13.17), mas outra coisa muito diferente é seguir cegamente um líder mesmo quando ele se afasta dos claros ensinos das Escrituras (Rm 16.17-18; Fp 3.17-19).
  4. Pregue sobre as advertências da Bíblia contra a ganância (Pv 23.4-5; Lc 12.15; 1Tm 6.6-10, 17-19; At 13.5-6).
  5. Ensine-os que Deus é bom, sábio e soberano na dispensação de seus presentes. Nem todos os seus filhos serão prósperos e saudáveis deste lado da eternidade, mas todos experimentarão o mesmo amor e cuidado paternal manifestado de diversas maneiras para a sua glória e o bem das nossas almas (Jn 11.3; Fp 2.25-30; 1Tm 5.23).
  6. Ensine-os em como lidar com a tensão de ser um filho de Deus vivendo em um mundocaído (Jn 15.18-21; 17.14-16; At 11.13).
  7. Acima de tudo, apresente Cristo como a pérola de grande valor, que infinitamente ultrapassa em valores qualquer coisa que este mundo transitório possa oferecer (Mt 13.44-46; Fp 3.7-8).

Tradução: Alan Cristie

Fonte:  http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/668/7_Maneiras_de_Combater_o_Evangelho_da_Prosperidade

Os Cristãos e o filme Noé

 

Noé

Por Thiago Schadeck

 

Nos últimos dias os cristãos tem invadido as salas de cinema para assistir o badalado e comentado filme “Noé”. Como os produtores previam, o filme fez muito sucesso e está em destaque absoluto nas redes sociais. Isso se deve ao fato de muitos crentes terem ido ao cinema esperando uma ilustração fiel do que a Bíblia descreve como o fim do mundo, mas ao assistir o filme perceberam que os autores não tiveram qualquer fidelidade às Escrituras e pior, chegaram a beirar a blasfêmia.
Concordo que os cristãos que se sentiram lesados com a história cinematográfica devem, sim, emitir suas opiniões e reclamar, afinal ir ao cinema está muito caro hoje em dia.

O problema começa quando exigimos uma fidelidade bíblica e coerência teológica inconcebível para Hollywood e não temos a mesma atitude com as pregações que assistimos e músicas que ouvimos. Quantas vezes assistimos a uma pregação de uma hora e sequer abrimos a Bíblia, seja por preguiça ou porque o pregador decidiu não utilizá-la?

Abaixo, vou listar algumas frases, que dão título à pregações e em seguida “louvores” que cantamos pensando que estamos agradando a Deus:

“Quem tem promessa de Deus não morre”
Sinceramente, eu gostaria muito de saber quem inventou essa bobagem. Com certeza quem começou com isso nunca leu a Bíblia toda e em especial o capítulo 11 de Hebreus, conhecido como “a galeria dos heróis da fé”. Acho muito difícil que algum cristão nunca tenha lido esse capítulo, pois é um dos mais conhecidos da Bíblia. De qualquer forma, vamos à refutação:

Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. (Hebreus 11:13)

Claro que vai surgir a pergunta: Mas Hebreus 11 fala de pessoas que alcançaram as promessas! Sim, muitos alcançaram o que lhes havia sido prometido, mas isso não significa que todos os que receberam qualquer promessa ficaram vivos para recebê-las.

“Os sonhos de Deus… ”
Essa frase pode se enquadrar tanto em pregações como em músicas. Não sei quem começou com isso, mas uma coisa é fato, essa frase fere um dos maiores atributos de Deus, a sua Soberania! Deus não fica sonhando e torcendo pra que tudo dê certo no final, pois ele sonhou mas não tem qualquer poder para realizá-los.
Isso é um dos pontos do Teismo Aberto ou Teologia Liberal, que defende que Deus não conhece o futuro, que não pode fazer qualquer intervenção, porque criou a terra e o ser humano e os deixou abandonados à sua própria sorte para, quem sabe, se encontrar com ele no final de tudo.

Se lermos o livro de Jó, completo e não apenas os quatro primeiros e o último capítulos, veremos que nas coisas boas e ruins Deus estava no controle e ajudando Jó a perseverar, ele não estava alheio ao sofrimento do seu servo. Vamos ver o que o próprio Jó fala acerca da soberania de Deus:

Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido (Jó 42:2)
 

“O melhor de Deus ainda está por vir”
Essa frase tão dita como motivação quando as pessoas estão passando por alguma dificuldade, afronta brutalmente nosso Senhor Jesus. O melhor de Deus já veio e atende pelo nome de Jesus, o Cristo! Enquanto ficamos esperando o “melhor” de Deus, esquecemos de tudo o que Ele já fez por nós e pela salvação através da graça trazido por Cristo.
Além do desprezo ainda há um outro problema nessa frase, ela pode causar um descontentamento eterno, porque sempre ficamos esperando o melhor de Deus e nunca nos conformamos com o que já recebemos, tendo em vista que sempre há algo melhor da parte de Deus para nós!
Essa frase ficaria mais biblicamente correta se fosse: O melhor de Deus já está pra voltar!

Partindo para o lado musical, teremos de resumir, pois é um campo vasto de bobagens e heresias:

“A minha vitória hoje tem sabor de mel”
A vitória do cristão foi conquistada na Cruz do Calvário, quando Cristo derrotou Satanás e nos comprou com seu sangue, trazendo assim a esperança da salvação aos homens. Tenho certeza que para Cristo a Cruz e a vitória dele não tinham sabor de mel. Em seus últimos dias de vida, Jesus foi traído por um de seus discípulos, outros dez o abandonaram quando ele foi crucificado e antes de morrer, o Pai o abandona para morrer sozinho e pagar pelos pecados da humanidade. Acredito que Cristo não sentiu sabor de mel em sua vitória.

Vejamos as palavras do próprio Jesus acerca dos acontecimentos que teria de passar:

E disse-lhes: A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui, e vigiai. (Marcos 14:34)
 

“Restitui, quero de volta o que é meu…”
Essa música fez muito sucesso no início dos anos 2000 e até hoje é uma das mais tocadas nas igrejas evangélicas. Eu mesmo comprei o CD e cantei muito, porém se prestarmos atenção na letra veremos que é uma música totalmente egocêntrica e anti-bíblica! Vejamos alguns motivos:

– Nenhum ser humano pode exigir qualquer coisa de Deus. Nós somos os servos e Ele o Senhor. Ele faz o que quer, quando quer e como quer, sem obrigação nenhuma de atender nossas vontades egoístas.

– O que é nosso? Tudo o que temos vem do Senhor. Dele é a terra e a sua plenitude (Salmos 24:1) e porque dele, por Ele e para Ele são todas as coisas (Romanos 11:36). O Senhor, nosso Deus é soberano!

Concluindo, se você exige fidelidade bíblica do filme de Hollywood e gosta desse tipo de pregação ou música, é hora de rever seus conceitos e começar a exigir a mesma fidelidade de si mesmo, buscando conhecer mais o Deus das Escrituras e não o pregado nas igrejas de autoajuda, depois exigir que na sua igreja a Palavra seja pregada em verdade, se baseando somente nas sagradas escrituras e que os louvores exaltem e adorem unicamente a Cristo. Se todos os inconformados com o filme fizerem um pouquinho e mostrar que quer se alimentar de uma palavra pura, sem adicionar modismos ou frases de efeito com certeza teremos uma nova reforma protestante e voltaremos ao Evangelho Puro e Simples de Cristo.

Que Deus te abençoe e que esse texto te faça refletir na sua vida como cristão se tem se apegado a verdade ou ao que te agrada!

 

 

Carta de Campina Grande – O compromisso da Igreja com o Evangelho Genuino

Na noite de encerramento do 16º Encontro para a Consciência Cristã, nesta terça-feira (04/03/2014), todos os 32 preletores do evento lançaram um documento, a “Carta de Campina Grande”. Nele, os palestrantes reafirmam e reasseguram o seu compromisso com o genuíno Evangelho de Cristo, sua defesa e sua pregação por todo o Brasil e todo o mundo.
 
Nós, do Pregando a Verdade, concordamos em 100% com essa carta e assumimos o compromisso de buscar viver esse evangelho com todas as nossas forças! Continuar lendo

Palavra Apostólica e Profética de Ano Novo

Estevão

A paz do Senhor!

* Esse texto deveria ter valido apenas para o ano de 2014, mas as coisas continuam tão iguais que vou reutilizá-lo!

Tal e qual as igrejas neopentecostais e simpatizantes, resolvemos atrelar um personagem bíblico ao próximo ano. A idéia surgiu de um post do Ruy Cavalcante no Facebook, portanto, todo o crédito é dele.

A bíblia relata a história de Estevão entre Atos 6:8 e Atos 8:2 e se você costuma ler a Palavra do Senhor já deve ter ouvido falar sobre ele.
Estevão foi um dos diáconos escolhidos pelos apóstolos para ajudá-los a administrar os trabalhos da igreja primitiva. Já em Atos 6:8 diz que Estevão era cheio de fé e poder, e que fazia prodígios entre o povo. Ele foi um dos homens que fizeram a diferença em sua época, pois os milagres aconteciam mediante pregação da Palavra e oração.

Estevão foi um homem a quem Deus deu muita sabedoria e o Espírito Santo o usava para pregar. Isto passou a ser um problema para ele, afinal isso despertou a inveja dos religiosos de sua época. Por Estevão pregar a verdade e ser usado pelo Senhor os religiosos não podiam resisti-lo ou desmascará-lo então tiveram a ideia de matá-lo. Nada diferente do que fazem hoje. Se nos atrevemos a mostrar que um religioso manipulador está pregando coisas que estão contra o que a Bíblia ensina, seus seguidores rapidamente nos cercam com as pedras nas mãos, esperando a ordem para nos intimidar e tentar calar a nossa voz.

Os religiosos moveram o povo e usaram de falsas testemunhas para provar que Estevão estava blasfemando. Exatamente como em nossos dias, os líderes manipulavam o povo a defendê-los e não a defender a Bíblia. Experimente escrever corrigindo alguma heresia dos líderes modernos e prepare-se para receber comentários do tipo: “quem você pensa que é pra falar assim do meu líder?”, “Seu endemoninhado, pare de julgar e vai ganhar almas, como o meu líder”, “Por que você não mostra seus frutos em vez de julgar esse homem de Deus?”.

No capítulo 7 de Atos, Estevão dá uma aula de Antigo Testamento e consequentemente da história dos Hebreus, que aqueles religiosos deveriam saber de cor e salteado. Em vez de eles se agradarem por ouvir a pregação da verdade vinda de um homem cheio do Espírito Santo e que estava pregando o reino de Deus, eles ficaram furiosos por verem em Estevão um perigo, visto que certamente ele tomaria o lugar daqueles líderes no respeito dado pelo povo àqueles homens.

No capitulo 7, versículo 48 ele disse a frase que foi a gota d’água para aqueles religiosos: “O altíssimo não habita em templos feitos por mãos humanos”. Assim como hoje, o templo era idolatrado e acreditavam que ali era o lugar de adorar a Deus. Impressionante como em quase dois mil anos nada mudou! Estevão cometeu o mais grave pecado, aos olhos dos religiosos, dizer que Deus era onipresente e que não é no templo ou no monte que devemos adorá-lo, mas em todo o tempo com a nossa vida. Sem reservas.

Quanto mais Estevão mostrava a verdade, mais o ódio dos religiosos aumentava. Eles não se interessavam pela verdade e sim pelo status que seus cargos proporcionavam. Se alguém fizesse alguma coisa que saia da “cartilha” dos religiosos era considerado blasfemo, simples assim.

Pela perseverança de Estevão, ele teve uma visão impar nas escrituras: Enquanto levava as pedradas e estava para morrer, viu os céus abertos e o Filho do homem em pé a direita de Deus. Todas as visões de Cristo na Bíblia se referiam a ele assentado no trono, mas Estevão viu o que até então nunca ninguém tinha visto e antes de morrer, faz uma belíssima oração: Pai, não os impute este pecado.

Assim como Estevão, que em nesse novo ano, aprendamos pregar a verdade, doa a quem doer. Que sejamos a diferença nesse mundo evangélico, tão raso e tão vazio de uma Palavra da Verdade. Que em Nome de Jesus, sejamos ousados para defender a sã doutrina como somos para defender o nosso time de futebol ou nosso cantor favorito. Sempre em amor e buscando a salvação daqueles a quem pregamos!

E aos que tentam se opor à Verdade pregada, vai um aviso: NÃO SÃO PEDRADAS QUE VÃO NOS PARAR, porque para nós é mais importante agradar a Deus que aos homens.

Que Deus te abençoe e que nos engajemos nessa luta pelo Evangelho Puro e Simples!

NÃO É PRECISO VER PARA CRER

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Por Renato Santiago

Muitos tem buscado achar em meio às diversas igrejas da atualidade, um lugar onde possam enxergar alguma manifestação concreta e visível de Deus. Essas manifestações serviriam para “comprovar” que ali Deus está agindo.

A exemplo de Tomé, só creem se puder ver algo concreto: “se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei.” (Jo 20.25)

Os locais que apresentam algum tipo de “manifestação de Deus”, vivem cheios de pessoas que querem ver para crer. Os líderes percebendo esta realidade, se especializaram em criar “manifestações” que atribuem a Deus, para usar como propaganda para atrair pessoas.  E o pior é que normalmente essas “bençãos” e “curas” são conquistadas mediante uma boa contribuição financeira ou através da compra de objetos “ungidos”.

Jesus repreendeu a Tomé por causa de sua necessidade de ver sinais: “Porque me viste, creste?” (Jo 20.29)

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Quanto às manifestações visíveis de Deus, elas existem, creio nelas, mas duvido da maioria das que se tem apresentado atualmente, por uma simples razão: A manifestação se tornou mais importante do que o próprio Deus. Deus foi tirado do centro e se colocou no lugar várias “manifestações”; Deus sendo usado para provocar admiração nas pessoas, e depois disso a fé. Não creio que essa seja a vontade de Deus. No final das contas, a glória é dada à placa da igreja, onde o objetivo claramente é mostrar ao público que “aqui funciona, lá não!”.

Eu não preciso de sinais para crer em Deus e nem ver manifestações poderosas, para saber que Ele existe e está presente. Não preciso de shows de poder e nem de líderes “poderosos”, que, como dizem, tem a chave para liberar o “poder de Deus”.

Jesus completa sua repreensão a Tomé: “Bem-aventurados os que não viram e creram.” (Jo 20.29).

Não é a toa que os promotores desses “shows da fé” estão cada dia mais ricos.  Se as pessoas vêem resultados na vida dos outros, não medirão e$forçoS para conseguir ver suas benção$ também, essa é a e$stratégia.

O cristão que se preza, que tem sua fé regida única e exclusivamente pela Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada –  não necessita de provas do poder de Deus ou de Seu amor,  afinal tudo isso já foi “mostrado” na Cruz do Calvário, onde Jesus se entregou em nosso favor, para nos dar a maior benção de todas: o perdão de nossos pecados e a vida eterna.

Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem(Hebreus 11:1)

Jesus em seu ministério terreno fazia curas e operava maravilhas no meio da multidão, e sabia exatamente que muitos o seguiam somente pelo que O viam fazendo:

E, estando ele em Jerusalém pela páscoa, durante a festa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome. Mas o mesmo Jesus não confiava neles, porque a todos conhecia; (João 2: 23,24)

E você irmão, precisa ver para crer?

Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam; (João 2: 39)