A portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja

As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja

Por Thiago Schadeck

Temos sido fortemente bombardeados por ataques do inferno nos últimos dias. Não me refiro à batalha espiritual como é pregada nas igrejas neopentecostais em que o Diabo mede forças com Deus ou que anjos e demônios ficam trocando flechadas e se degladiam com espadas flamejantes. Falo sobre como estamos evidenciando, de uma forma jamais vista em nossa geração, como realmente o mundo jaz no maligno. Sei que já houve tempos de promiscuidade em que as pessoas quiseram que o pecado fosse aceito como algo normal, mas nunca com um alcance tão grande. Hoje a mídia e a internet dão voz àqueles que antes tinham pouco público. O que era regional agora é global. Um post, como esse, pode ser lido em qualquer lugar do mundo. Uma idéia que surja no mais longínquo dos países pode ser difundida ao redor do mundo todo com um clique apenas. Simples assim.

São tempos difíceis em que o casamento heterossexual é menosprezado e o homossexual valorizado. Onde pais não podem dar um tapa para corrigir o filho porque lhe traz traumas, mas pode levá-lo à uma exposição para tocar em um estranho nu. A mulher pode ser o que ela quiser, menos “bela, recatada e do lar”. Não se pode criticar políticos, a não ser que ele não concorde com a agenda gayzista feminista abortista grevista, nesse caso não só critique, mas também vomite, cuspa, urine e defeque na foto dele na avenida que é o coração financeiro do pais. Não se pode mais ter opinião própria, isso é facismo, ouça o que dizem os “artistas e intelectuais”, eles sabem o que é bom para você. Resumindo, vivemos uma inversão de valores.

Há quem queira sair do país para poder se afastar dessa casta, mas mal sabe que essa praga é mundial e não estaremos livres dela em lugar nenhum do mundo. Qual a esperança então? A promessa de Jesus: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mateus 16:18)”

Cristo é a pedra angular de esquina que os construtores rejeitaram (1 Pedro 2:7-8). Ele é a Rocha em que a Igreja está alicerçada. Os profetas e apóstolos já lançaram o alicerce nessa Rocha (Efésios 2:20) e nem ventos ou tempestades podem abalar suas estruturas (Mateus 7:24-27). Ele é quem edifica e cuida de Sua Igreja. Ao longo dos séculos os cristãos vem sendo perseguidos e mortos, mas jamais foram abandonados por Ele. Seu Espírito é o pendão da nossa salvação. Cristo cuida de sua noiva e nunca permitiria que Satanás a destruísse. O inferno todo reunido e organizado não seria capaz de sequer causar o mínimo arranhão no corpo místico de Cristo, a saber, a Igreja. Obviamente que matam e ferem o corpo físico, mas o espiritual não. Como na história de Jó, Deus pode permitir a doença, a pobreza e o sofrimento da perda, mas jamais permitiria a sua morte. Essa história ilustra bem o cuidado de Cristo com a Igreja.

As investidas de Satanás nunca surpreenderão a Deus, tampouco lhe causarão espanto ou temor. Ele é soberano e infinitamente mais poderoso que todo o inferno. Ele tem o controle e o domínio de tudo, nada foge um milímetro sequer dos seus planos. A Igreja é mais que vencedora em Cristo, mesmo que indo como ovelha ao matadouro (Romanos 8:33-37).

Portanto, não tema! Em breve soará a trombeta e Cristo virá em glória para nos salvar e nos levar para passarmos a eternidade ao seu lado.

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